31.5.12
Deu-me para isto....
Eu sou uma pessoa de gatos. Aliás, eu sou uma pessoa de felinos, e isso nunca escondi. Adoro gatos, adoro tigres, adoro panteras negras, adoro leopardos....E sempre disse que um dia iria ter um gato em casa. Por isso, alguém me explica o que se passa para eu ter acordado a meio desta noite a pensar "Quero um cão!"?? É que o pensamento idiota continua por aqui "Quero um cão, quero um cão, quero um cão...." e não saio disto. =S
E antes que comeces a bater palminhas, meu amor, e já a pensar no cãozito que vamos ter (e esquece lá os pássaros, que ainda não me convenceram ;)), olha que eu não quero um cão qualquer. Se não sou exigente com gatos, sou-o com certeza com cães.
1. Nunca poderia ser um cão grande pois é uma crueldade enfia-los num apartamento pequeno (e os cães grandes são os meus preferidos, mas pronto....).
2. Nunca poderia ser daqueles cães pequeninos tipo Pinscher, todos nervosinhos, que ladram por tudo e por nada. Não sobreviveria há primeira semana.
3. Nunca poderia ser daquelas raças que dá para fazer lacinhos no topo da cabeça, tipo Yorkshire Ou ShihTzu (sou a única a achar que se pusermos um cabo de uma vassoura em vez de trela, parece que andamos a passear uma esfregona?), ou daqueles cães com um focinho esquisito (parece que iam a andar para o chão e bateram contra uma parede), como os Bull Terrier.
O melhor é esperar um pouco, não vá eu entretanto esquecer que quero um cão e acordar uma destas noites a pensar "Quero uma iguana!".
30.5.12
Vamos lá ver arranjo coragem para tal...
Ando com vontade de recomeçar a ler os livros do Harry Potter. Por puro desleixo, falta-me apenas ler o último livro. Sei no entanto que se agora o começasse a ler já não ia perceber nada pois pouco me lembro do que se passou para trás. =S E eu não gosto desta sensação de não saber como acaba uma história.
Vai-se a ver e ainda pego nos livros todos outra vez....
Mais um
Gostei tal como gostei dos outros dois desta autora. Achei que este livro tinha um registo um pouco diferente dos outros, mas nem sei bem explicar exactamente em quê. A quem quiser ler o que esta autora escreve, aconselho a começar pelo primeiro livro (A Princesa de Gelo) uma vez que há personagens que vão passando de livro para livro. Não é essencial e quem se aventurar neste livro perceberá a história sem problemas, mas é mais engraçado conhecer a personalidade das várias personagens. :)
28.5.12
E hoje ele faz anos
Eu gosto de ler. Ele nem por isso.
Eu gosto de comédias românticas. Ele gosta de filmes de terror.
Eu vejo Deus como um humano. Ele acredita Nele.
Eu gosto de gatos. Ele gosta de cães.
Eu gosto de gatos. Ele gosta de pássaros.
Eu não aprecio carros. Ele adora-os.
Eu não gosto de andar de carro muito depressa. Ele gosta de sacar peões.
Eu gosto de fazer e refazer puzzles. Ele gosta de os fazer para emoldurar.
Eu gosto de tomar banho de manhã. Ele à noite.
Eu gosto do produto final da fotografia. Ele gosta do processo de tirar uma fotografia.
Eu gosto de um tipo de fotografias. Ele gosta de outro.
Eu sou uma pessoa de manhãs. Ele é mais nocturno.
Eu sou mais organizada no que toca a dinheiro. Ele consegue poupar melhor que eu.
Eu gosto de músicas calmas. Ele gosta das mais barulhentas.
Eu gosto mais de acompanhamentos. Ele gosta mais de carne.
Eu fico de mau-humor quando não como a horas certas. Ele passa horas sem comer na boa.
Eu tenho objectivos de vida simples. Ele sonha alto.
Eu não quero um emprego cheio de responsabilidades. Ele quer ser patrão.
Eu mato plantas. Ele ressuscita-as.
Eu posso passar horas a falar. Ele passa horas sem dizer uma única palavra.
Eu perco-me facilmente. Ele tem pontos de referência para caminhos que fez praticamente a dormir.
Eu levanto-me da cama cheia de energia. Ele só se levanta com uma grua.
Eu não suporto o cheiro a café. Ele bebe-o.
Eu odeio chocolates com menta ou coco. Ele escolheu-os como os seus preferidos.
Eu gosto de comédias românticas. Ele gosta de filmes de terror.
Eu vejo Deus como um humano. Ele acredita Nele.
Eu gosto de gatos. Ele gosta de cães.
Eu gosto de gatos. Ele gosta de pássaros.
Eu não aprecio carros. Ele adora-os.
Eu não gosto de andar de carro muito depressa. Ele gosta de sacar peões.
Eu gosto de fazer e refazer puzzles. Ele gosta de os fazer para emoldurar.
Eu gosto de tomar banho de manhã. Ele à noite.
Eu gosto do produto final da fotografia. Ele gosta do processo de tirar uma fotografia.
Eu gosto de um tipo de fotografias. Ele gosta de outro.
Eu sou uma pessoa de manhãs. Ele é mais nocturno.
Eu sou mais organizada no que toca a dinheiro. Ele consegue poupar melhor que eu.
Eu gosto de músicas calmas. Ele gosta das mais barulhentas.
Eu gosto mais de acompanhamentos. Ele gosta mais de carne.
Eu fico de mau-humor quando não como a horas certas. Ele passa horas sem comer na boa.
Eu tenho objectivos de vida simples. Ele sonha alto.
Eu não quero um emprego cheio de responsabilidades. Ele quer ser patrão.
Eu mato plantas. Ele ressuscita-as.
Eu posso passar horas a falar. Ele passa horas sem dizer uma única palavra.
Eu perco-me facilmente. Ele tem pontos de referência para caminhos que fez praticamente a dormir.
Eu levanto-me da cama cheia de energia. Ele só se levanta com uma grua.
Eu não suporto o cheiro a café. Ele bebe-o.
Eu odeio chocolates com menta ou coco. Ele escolheu-os como os seus preferidos.
E podia continuar. E podia dizer mais vinte coisas em que somos absolutamente diferentes. Mas digo apenas que mesmo sendo assim nos entendemos às mil maravilhas e que hoje vou festejar o facto de ele ter nascido e estar agora presente na minha vida. Parabéns a ele pelos seus 29 aninhos. :)
26.5.12
Até daqui a uns dias*
*são poucos dias. Infelizmente desta vez vai ser mesmo "visita de médica". Vou lá e volto num instantinho.
25.5.12
Estou papas.....
E nem com a notícia de que temos oficialmente um canto para nós a minha tensão subiu. S. Pedro, vamos lá ver se nos entendemos: eu não me dou muito bem com o calor, a tensão fica baixa e eu fico para aqui completamente papas, a arrastar-me de um lado para o outro. Por isso, vamos lá ver se refrescas este ar abafado que está porque não preciso de juntar às alergias (que me estão a atacar em força) uma tensão de 10-6 como a com que estou agora.
P.s. Huhuh, já estou com 10-7. Ai, valha-me Deus que eu hoje não faço nada....
P.s. Huhuh, já estou com 10-7. Ai, valha-me Deus que eu hoje não faço nada....
Uhuhuh!! =D
É oficial! Finalmente temos poiso! =) Yeeeaaaah! =) Vamos lá despachar as obras que eu quero ir para lá já. :)
Dúvidas existenciais =P
Em sempre achei que quando temos de resolver uma situação com alguém devemos apenas resolver essa situação específica sem ir buscar acontecimentos passados que nos magoaram ou chatearam. Se não os conseguimos resolver na altura, então paciência, já passou. Infelizmente acontecimentos passados podem não ser resolvidos mas não se esquecem. E isso leva-nos muitas vezes a fazer tempestades num copo de água, a explodir em situações que não são assim tão graves, simplesmente porque temos o passado entalado na garganta. A minha questão é: como diferenciar uma situação em que o problema é o presente e pronto, de uma uma situação em que estamos a aumentar o problema presente com os fantasmas do passado?
24.5.12
À atenção dos Srs. Controladores Aéreos
Cada vez que viajo até França há greve de qualquer coisa. Já apanhei greve de comboios, metro, controladores aéreos, pilotos, etc...Por acaso até agora nunca perdi nenhum voo (às vezes à custa de muita ginástica), embora já tenha sido transferida de aeroporto. Por isso, Srs. Controladores Aéreos, façam a vossa greve à vontade mas por favor, por favor, por favor, deixem-me levantar voo no sábado, sim? A vinda já não é tão importante, mas tenho mesmo, mesmo de estar lá na segunda-feira por isso não me lixem a vida, sim? Agradecida.
A futilidade do físico. :)
Em termos físicos acho que cada um de nós tem o seu próprio gosto. Eu não sou grande fã de tatuagens e piercings. Não tolero mesmo aqueles alargadores de orelha (desculpem, mas olhar para alguém e conseguir ver o que está atrás dessa pessoa não me convence). Não gosto deles muito mais altos do que eu (não tenho feitio para ser daquelas raparigas que tem de se pôr em bicos dos pés para beijar o namorado :)), não me agrada que tenham o cabelo mais comprido que o meu nem quero que tenham sobrancelhas mais arranjadas que as minhas. E perco-me com homens de cabelo escuro e olhos azuis. :) (e não, volto a relembrar os meus amigos daltónicos que o meu namorado não tem cabelo louro. Não sei como raio vêem isso quando olham para ele, quando eu e as máquinas fotográficas vemos um cabelo castanho =S). Felizmente, não gostamos todos de amarelo e o mundo é diversificado o suficiente para todos nós nos cruzarmos com os espécimes que mais gostamos. :)
23.5.12
Sou assim
Eu não sou de despedidas nem a minha família o é. Tentei sê-lo uma vez, antes de ir de Erasmus, achando que ia ter a família a chorar baba e ranho por me ver partir e acabei a apanhar um balde de água fria. Não houve lágrimas, nem abraços como se não me fossem ver durante anos, não se matou um porco em minha honra, nem uma festa à maneira como se fosse embarcar numa nau dos Descobrimentos. Uma desilusão portanto. Mas percebi aí que é assim que nós somos: práticos. E sem jeito ou paciência para filmes de despedidas. Não sou portanto pessoa para fazer jantares de despedida, para reunir os amigos e fazer um último discurso, para reunir a família e dizer-lhes onde guardo as jóias de família e como quero que sejam divididas caso algo me aconteça. Aliás, somos tão práticos, tão práticos, que na minha última visita a França (só por uns dias) tive os meus avós a ligarem-me para se despedirem como se eu fosse de vez (e como se eu alguma fosse de vez para França sem lhe ir dar um último abraço, sinceramente....). Quero estar com a minha família antes de ir para França (principalmente com os meus avós que já se sabe que às vezes a vida gosta de nos pregar umas partidas) e quero estar com os meus amigos e estar na converseta com eles esquecendo-me das horas. Não me quero despedir, quero apenas levar comigo o máximo de bons momentos que o coração conseguir albergar. Porque eu não sou de despedidas, mas sou de momentos.
Alguém se lembra??
Eu passei Verões inteiros a ver e rever as cassetes destes desenhos animados com o meu irmão (Em Busca do Vale Encantado). Adorava-os, pura e simplesmente.
22.5.12
...
Qualquer semelhança entre o meu quarto e uma feira de ciganos é pura coincidência. Não me admirava nada se um dia lá entrasse e visse uma mulher de cabelo preto e comprido a gritar "5 eeeeeros!!!! Há pr'ó menino e pr'à menina!! 5 eeeros!!!".
O que uma pessoa aprende....
Vocês sabiam que podem ir à Segurança Social com a matrícula de uma carro e pagando 5 euros ficam a saber o nome do proprietário e a sua morada?? Eu não sabia e acho isto um perigo imenso. Basta vigiarem um bocado uma pessoa que viva sozinha e que sempre que sai de casa usa o carro, para com 5 euros saberem a morada correspondente àquela viatura. E depois, a pessoa sai e é só assaltar-lhe o apartamento. Estou chocada. =S
P.s. Quando há uns anos um homem ia atropelando o meu pai e lhe bateu na porta do carro arrancando-a, o meu irmão tomou nota da matrícula e foi feita queixa na polícia. E nunca nada se resolveu pois a polícia ia à morada do homem mas como ele se recusava a ir à esquadra prestar declarações e ser identificado pelo meu pai, não podiam fazer nada (really????). Na altura o meu pai insistiu em saber o nome e a morada do homem para ir lá pessoalmente ou até com a própria polícia. Mas não era possível pois a informação era confidencial....Confidencial o tanas, com 5 euros tínhamos sabido o nome e a morada do idiota!
Eu e o tabaco
Sou assumidamente anti-tabaco. Nunca fumei na vida e não tenho qualquer interesse em o fazer. E sei que nunca me apaixonaria por alguém que fumasse. Embora o cinema tente recriar uma imagem sexy de quem fuma, nunca consegui compreender esta visão. Posso estar perante uma brasa, com uns olhos para lá de giros e um sorriso de fazer derreter corações, mas se ele comete o erro de puxar de um cigarro está tudo estragado. Para mim, ver alguém fumar é tão sexy como ver alguém a enfardar um mega-double-chesse-burger de 30 cm de altura, só que em vez de imaginar o colesterol a depositar-se nas veias vejo os pulmões a encherem-se de fumo. Ui, é bué sexy. Posso ser só eu, mas quando vejo alguém fumar só vejo todo aquele fumo a entrar-lhe nos pulmões, os dentes a ficarem amarelados, o pescoço que ficará todo enrugado daqui a uns anos, os dedos amarelados, a roupa, a pele e o cabelo a cheirarem a tabaco (blllargh), pelo que a última coisa que quero é beijar, tocar ou cheirar essa pessoa. Além de que, e lamento muito se ofendo alguém, mas fumar não passa de um acto de estupidez (não estou a dizer que as pessoas são estúpidas, conheço até pessoas bastante inteligentes que têm este vício...estúpido), tal como conduzir à noite a 150 km/h com as luzes apagadas ou comer McDonald's a todas as refeições, além de sair caro. Não se ganha nada com isso, além de envelhecimento precoce e uma série de problemas de saúde chatos. Ora, eu quero alguém que viva tanto quanto eu. E que cheire bem.
21.5.12
Aaai que eu me perco.....
A FNAC aqui da terra fez alterações, acrescentou uma parte nova e eu quando a vi quase corri para ela como se estivesse a ser puxada por um íman. Aquilo eram blocos de notas, eram cadernos, eram mil e uma canetas diferentes, eram pincéis de todos os feitios, eram tintas de todas as cores. E eu durante uns minutos achei que estava num mundo de sonho, a mexer em tudo, a querer pegar em tudo e levar comigo. E mordia ao lábio e pousava tudo para poder pegar naquilo que estava logo ao lado. Há quem tenha o fascínio por sapatos e roupas, eu tenho por material de papelaria (ai, e o papel de carta, já vos falei do papel de carta lindo que lá estava?). Mas fui corajosa e saí dali com as mãos a abanar (e os olhos quase em lágrimas). Voltarei, assim que estiver a ganhar rios de dinheiro, voltarei, prometo.
Vá, não voltei bem de mãos a abanar. Trouxe um caderninho de outra loja, mas já o andava a namorar há uns dias....A culpa não é minha, ele é que me fez olhinhos.....
20.5.12
Só para dizer
Ah, caraças, ganhámos!!! =D
BRIOOOOSA!
Eu já volto ao meu estado normal, prometo (eu avisei que de vez em quando desce em mim o espírito do futebol).
Eu e o Futebol
Eu não ligo ao futebol. Eu não vibro com o futebol. A mim não me interessa quem ganha. Costumo dizer que sou simpatizante do Benfica (e da Académica, claro), mas não sei a que ligas pertencem, quando jogam e se ganham ou perdem. Não conheço os jogadores, pouco sei das regras do jogo e chateia-me ver não sei quantos homens atrás de uma bola. Mas às vezes, só mesmo às vezes, desce em mim o espírito do futebol (geralmente é quando joga Portugal) e torço por uma equipa. E hoje torço pela Académica a sério. Não estou a contar ver o jogo mas estou a torcer por ela. Quanto mais não seja para que o meu irmão que foi ver o jogo trajado regresse a casa com o coração vitorioso.
19.5.12
:)
Não gosto nada da Hello Kitty, acho-a gira para crianças, já não acho assim tanta piada em raparigas com mais de 18 anos. Mas não consigo deixar de achar piada ao ver a minha avó, com o seu metro e meio de gente e super-clássica, com um guarda-chuva cor-de-rosa da Hello Kitty. :)
18.5.12
Cinema novamente
Hoje foi a vez de "O Exótico Hotel Marigold". E após este filme tiro 5 conclusões:
1. Não vale a pena. Se querem ficar a pensar no valor da vida vão antes ver o "Amigos Improváveis".
2. Não vale a pena. Se querem rir vão antes ver o "Amigos Improváveis".
3. Os últimos 10 minutos do filme têm a sua piada.
4. O resto do filme é uma seeeeeeeca (quando vou ao cinema, quero fazer "ooooh" quando chega o intervalo, e não passar a primeira metade a pensar "Nunca mais chega o intervalo? É que depois dele só faltará metade....").
5. Não conto visitar a Índia.
...
Serei a única a achar que este anúncio tem como principal objectivo criar um peso na consciência dos pais que optaram por não guardar as células estaminais dos filhos? Como que a querer dizer que se algo acontecer aos filhos e não os conseguirem salvar, é culpa é deles por não terem recorrido a esta empresa? Cada vez que vejo este anúncio fico a pensar que se o propósito é criarem sentimentos de culpa, então está muito bem feito.
Tenho até óptimas ideias para os próximos anúncios deste género:
1. Podem mostrar uma criança com um joelho esfolado e uma bicicleta amolgada a dizer "Mãe, Pai, porque é que me deram liberdade para andar de bicicleta?".
2. Podem mostrar uma criança em casa com varicela a dizer "Mãe, Pai, porque é que me deixaram ir para a escola aprender?".
3. Podem mostrar um adulto no desemprego a perguntar "Mãe, Pai, porque é que se esfalfaram para me darem a oportunidade de tirar um curso?".
Malditos estes pais que decidem ter filhos, que os amam desde o momento em que são gerados, que vivem as gravidezes com carinho. Malditos estes pais que passem noites acordados para acalmarem os seus bebés, que os alimentam o melhor que podem, que os vacinam e os protegem o melhor que podem. Malditos estes pais que lhes dão liberdade para crescerem, oportunidade para aprenderem, apoio para se preparem para o futuro. Malditos estes pais que tal como todos os pais fazem o melhor que podem, que acreditam que os seus bebés vão nascer e crescer saudáveis, e que se algo acontecer, vão fazer de tudo para os salvar. Malditos, deviam ter pensado nas desgraças todas, guardado as células estaminais e fechado os filhos numa redoma de vidro, para um dia, no futuro, não se sentirem culpados ao ver estes anúncios.
P,s: eu não sou nada contra a preservação de células estaminais. Nunca fui mãe e não estou para ser brevemente, e não sei o suficiente sobre o assunto, mas não gosto do anúncio. Acho-o cruel.
Incoerência
Eu, que vivo uma relação à distância há tantos anos e defendo que é possível ter uma relação destas, ao ouvir que duas conhecidas estão a pensar em ir trabalhar para o estrangeiro tenho como primeiro pensamento "Mas, mas, mas elas não vivem com os namorados?? Como é que vão fazer?? Deixam-nos cá e vão elas?? Será possível??".
Pois, Maria Tété, como se tu não soubesse o que isso é....
=D
Sou só eu que fico satisfeitíssima (como se me tivesse saído o Euromilhões) quando vejo que as minhas análises estão para lá de boas?? =D Nem anemia nem nada, sou um espectáculo. E como diz o meu cardiologista tenho um colesterol "estupidamente bom" (palavras dele!), com o colesterol bom "estupidamente alto" (dentro dos valores bons) e o colesterol mau "estupidamente baixo". Aaaaaah, que isto deixa-me tão satisfeita. =D Posso ser gordita, mas sabe-me bem saber que aqui dentro tudo funciona como deve (ok, o cérebro às vezes tem umas paragens, mas não se pode ter tudo....).
17.5.12
Tal e qual
Então quando partilho as pipocas com ele, é certo sabido que por pouco não damos cabo do pacote de pipocas antes do filme começar. =S
16.5.12
E por falar em cinema
Fui ver o "Temos que falar sobre Kevin". É assim...não gostei. Acho que a história tem muito por onde se pegar, a relação mãe-filho mexe connosco, é um drama (e eu gosto de bons dramas), o tema faz-nos pensar (e isso é bom), mas a forma como o filme está feito não me cativou em nada. Não gosto dos grandes planos que fazem, das cenas meio paradas, do avança-recua constante na história (não desgosto deste tipo de filme, mas têm de estar muito bem feito) e mais uma série de pequenas coisas. Olhem, não o recomendo.
Aahahahahaha
E dizia eu que ia ao cinema para que ninguém visse o meu cabelo com possíveis bocados de cola e gaze. Ainda bem que fui mesmo porque agora ao chegar a casa reparei que (como seria de esperar porque eu tenho uma pela esquisitinha) estou a fazer alergia aos sítios onde tive adesivos colados. Ou seja, tenho belos quadrados vermelhos na cara, no pescoço e braços (tudo sítios óptimos para conseguir esconder as marcas =P). Parece que me andei a pintar. Estou linda, estou. =D
Ufa, acabou.
Ora então pois....a minha noite passada foi realmente...esquisita. Em primeiro lugar, deixem-me dizer-vos que os técnicos eram uns amores de pessoas, da minha idade, sempre à conversa comigo enquanto me colavam fios e mais fios no corpo e na cabeça. Pronto, no entanto esta foi uma das partes que menos gostei porque se eu não gosto de cabeleireiros, muito menos gosto então de ter três pessoas a colar-me eléctrodos na cabeça, a usarem um secador para secar a cola, enfim, um pequeno inferno.
O resto da noite...não sei se vai sair dali grande coisa. Ah, e o técnico não ficou lá a olhar para mim. Aquilo funciona tudo em wireless e ele monitorizava tudo na sala ao lado. Enfim, demorei horrores de tempo para adormecer (as usual), sonhei um pouco no início, depois acordei por volta das 2 da manhã e estive para ai uma hora a olhar para o tecto sem conseguir adormecer (que bom...), o que fez com que ele me viesse perguntar se estava tudo bem. Fui acordada algumas vezes para confirmar a posição de alguns eléctrodos. E o resto da noite acho que se passou melhor do que muitas já que dormi. Quando me foram acordar de manhã está realmente num sono profundo (eu disse que me ia portar demasiado bem...).
Partes desconfortáveis:
1. Dormir com os fios todos a sair de todos os lados. Cada vez que me tentava mexer puxava um fio qualquer. Não é mesmo nada confortável.
2. Os eléctrodos na cabeça são colocados com uma espécie de cola...Imaginem então que vos colocam minúsculos pedacinhos de gaze na cabeça e despejam um tubo de cola UHU por cima. Deixem secar a noite toda. E agora digam-me: como se tira a cola?? Na clínica retirou-se um pouco com shampoo e acetona, fiz a viagem de comboio ainda com cola e gaze espalhadas pelo cabelo (que liiindo) e cá em casa o cabelo já levou com shampoo duas vezes, álcool, acetona, máscara hidratante e embora agora esteja com muito melhor aspecto, de vez em quando ainda encontro bocados de gaze colados.....
Estava a pensar ir passear hoje mas acho que me vou enfiar num cinema: ao menos lá não vêem o estado em que estou.
15.5.12
Depois fico laranja.....
Ahahahahaah, quem me conhece bem sabe que eu ficaria tão satisfeita com um ramo destes como com um ramo de flores.
14.5.12
Sou menina para estragar o exame todo....
Amanhã rumo a Lisboa para passar a noite numa clínica onde me irão avaliar o sono. Ao que parece tenho uma "neuro-palavrão médico". Parto do princípio que seja um qualquer distúrbio do sono e não uma sentença de morte (pelo ar da médica não parecia que eu ia morrer brevemente, por isso tudo bem). Só que eu não estou a gostar nada da ideia. Em primeiro lugar: acham mesmo que eu adormeço com alguém a olhar para mim? A sério? Sou menina para, às custas de ter companhia desconhecida (e de ainda por cima saber que mal adormeça começam a avaliar-me), não pregar o olho toda a noite. Seria bonito...E se me babo? E se falo durante a noite? E se desato ao pontapé como às vezes faço?
E PIOR: e se adormeço ao fim de alguns segundos, durmo uma noite inteirinha sem sonhos, sem movimentos, absolutamente pedrada? Para além de pagar um dinheirão para nada, ainda vou ter a neurologista a achar que eu sou doidinha da cabeça por me queixar tanto das más noites de sono....Ai, que eu não acho este exame nada boa ideia.....
Mariquinhas....
Não fui feita para tirar sangue. Tenho boas veias mas o cérebro não nasceu formatado nesse sentido. E hoje, quando me vi la clínica, tive a técnica a olhar para mim preocupada e a perguntar enquanto punha o garrote: "Está a sentir-se bem?". "Sim, sim, não gosto é muito de estar aqui....". Respondeu-me ela: "Pois, isso já vi eu. É que já é muito branca, mas agora está a ficar ainda mais....". É sempre assim. E eu admito que não me dói tirar sangue, que tenho veias óptimas que se vêem à distância, não preciso de ser picada mais do que uma vez...mas o cérebro faz com que pareça um fantasma e sem qualquer força nas pernas. Para o ano há mais.
13.5.12
Eu já
Eu já...li mais de 300 livros.
Eu já...vi o filme "O fabuloso destino de Amélie" e odiei.
Eu já...saí de uma montanha-russa quase a chorar.
Eu já...passei a Passagem de Ano em África.
Eu já...comi pão com Tulicreme a andar de barco (com todas as consequências que isso pode ter).
Eu já...estive apaixonada por um rapaz não sabendo que ele era gay (era muito tapadinha, valha-me Deus...).
Eu já...fiz um voo de 10 horas com uma intoxicação alimentar.
Eu já...tive um corte de cabelo à tigela.
Eu já...recebi flores sem ser em qualquer ocasião especial.
Eu já...usei gesso num pulso por o ter entalado numa porta de mola.
Eu já...nadei num rio contaminado com salmonelas.
Eu já...descobri uma mutação genética.
Eu já...tropecei várias vezes escadas abaixo.
Eu já...parti os dois dentes da frente.
Eu já...encontrei o amor da minha vida.
Eu já...fiz rappel nos muros da igreja.
Eu já...desmaiei quando ia a sair de um hospital.
Eu já...recebi serenatas de dois rapazes diferentes.
Eu já...venci concursos literários.
Eu já...tive outros blogues.
Eu já...tentei entrar num avião com material de dissecação.
Eu já...sofri.
Eu já...me perdi de carro.
Eu já...mudei de opinião em relação a muita coisa, simplesmente por ter crescido.
Eu já...pintei quadros.
Eu já...fiz uma peregrinação.
Eu já...fui operada.
Eu já...andei de ambulância sem ser a doente.
Eu já...tinha pensado em fazer uma lista desta e cá está. =P
Eu já...vi o filme "O fabuloso destino de Amélie" e odiei.
Eu já...saí de uma montanha-russa quase a chorar.
Eu já...passei a Passagem de Ano em África.
Eu já...comi pão com Tulicreme a andar de barco (com todas as consequências que isso pode ter).
Eu já...estive apaixonada por um rapaz não sabendo que ele era gay (era muito tapadinha, valha-me Deus...).
Eu já...fiz um voo de 10 horas com uma intoxicação alimentar.
Eu já...tive um corte de cabelo à tigela.
Eu já...recebi flores sem ser em qualquer ocasião especial.
Eu já...usei gesso num pulso por o ter entalado numa porta de mola.
Eu já...nadei num rio contaminado com salmonelas.
Eu já...descobri uma mutação genética.
Eu já...tropecei várias vezes escadas abaixo.
Eu já...parti os dois dentes da frente.
Eu já...encontrei o amor da minha vida.
Eu já...fiz rappel nos muros da igreja.
Eu já...desmaiei quando ia a sair de um hospital.
Eu já...recebi serenatas de dois rapazes diferentes.
Eu já...venci concursos literários.
Eu já...tive outros blogues.
Eu já...tentei entrar num avião com material de dissecação.
Eu já...sofri.
Eu já...me perdi de carro.
Eu já...mudei de opinião em relação a muita coisa, simplesmente por ter crescido.
Eu já...pintei quadros.
Eu já...fiz uma peregrinação.
Eu já...fui operada.
Eu já...andei de ambulância sem ser a doente.
Eu já...tinha pensado em fazer uma lista desta e cá está. =P
Se calhar hoje é o dia.
Qualquer dia meto veneno para ratos debaixo da porta da vizinha da frente. Raios partam o cão que ela tem em casa que não para de ladrar e arranhar a porta de manhã à noite. Por isso é que eu acho que há pessoas que não devem ter animais em casa. Passam o dia sozinhos e a importunar os vizinhos.
Diagnóstico: tolinha.
Por indicação médica, ando a fazer um diário de sonhos para que este seja depois analisado. Quero ver que análise vão tirar daqui tendo em conta que nas duas primeiras noites sonhei com a minha amiga J., com a série "How I Met Your Mother" e com Bob Carey. Cheira-me que vou ser internada num hospital para malucos....
12.5.12
Irmã
Acabei hoje de ler este. Não conhecia a autora. Comprei o livro pela capa e pela história (gosto de dramas, de mistérios). O início do livro abre-nos sem dúvida a curiosidade e faz-nos ter vontade de devorar o livro. Confesso que passado pouco depois de metade do livro, temos ali um fase em que estamos cansados: já percebemos que há algo de muito errado, já percebemos que estamos quase a descobrir o que é...mas a história não avança ao ritmo a que o livro nos brindou desde o início. O final...é surpreendente. Eu gostei. E fiquei com vontade de ler o próximo livre dela. Não é a melhor das autoras que li, mas tem o seu mérito, sem dúvida.
Relembrar
De vez em quando armo-me em masoquista e ponho-me a reler cartas e e-mails que recebi há anos atrás. Não sei porque é que o faço. Não ganho nada com isto a não ser a sensação de que tudo muda, de que aquilo que tomamos como certo deixa de o ser passado uns anos e de que há coisas que não podemos voltar a viver.
11.5.12
Alguém quer trocar comigo?
Estou tão, mas tão, mas tão fartinha de médicos, consultas, exames....Eu não gosto de ir ao médico, eu não tenho feitio para ir ao médico (há quem tenha: o meu irmão, por exemplo, parece adorar ir) e muito menos para fazer exames. Não quero ir tirar sangue, não quero fazer electrocardiogramas, não quero ter de dormir numa clínica com um homenzinho a olhar para mim a avaliar-me o sono, não quero nada disto. Eu sei que a culpa é minha que nos últimos anos adiei sempre as consultas todas e agora, é bem feita, caem-mas todas em cima ao mesmo tempo. Mas já disse que estou farta e não quero mais?
Bem, com licença, que agora tenho de ir a mais uma consulta.....SOCORRO!
10.5.12
A cidade onde nasci
Hoje foi dia de ir à capital. De regresso à terra que me viu nascer, constatei mais uma vez que não há luz de Lisboa que lhe valha, nem o Tejo ao fundo como vista. Não troco Aveiro ou a minha velhinha Coimbra por Lisboa. São gostos. :)
9.5.12
Que neura...e que fúria!
Tenho-vos a dizer que o Serviço de Atendimento do meu Centro de Saúde é o pior que já conheci até hoje. Não me queixo do meu médico de família porque é cá dos meus: entro, digo de que me queixo ou o que quero, ele analisa e receita ou dá-me o que pedi. A consulta de hoje deve ter durado uns 30 segundos. Nem aqueci a cadeira. Não gosto de estar no médico, gosto que sejam directos e que não se ponham na conversa comigo como se fossem cabeleireiras. O meu problema é que antes desta consulta de 30 segundos, estive 4 horas na sala de espera a assistir ao pior atendimento do mundo.
As senhoras e o senhor do serviço de atendimento preferem mil vezes estar na converseta ou a tratar de outros assuntos em vez de atenderem os utentes. Não é normal (não digam que é porque não é mesmo) estar a recepção vazia, eu ter a senha seguinte e obrigarem-me a estar 30 minutos à espera para finalmente chamarem o meu número! Pior: fui chamada para me darem outra senha para voltar a ficar à espera mais 30 minutos para finalmente dizer o que queria. Não me gozem! Ainda para mais quando fui chamada, obrigaram-me a ficar à espera ao balcão 10 minutos antes da senhora estar mesmo disposta a falar comigo. Aí não me contive e disse-lhe mesmo que ela só podia estar a gozar comigo.
As pessoas que ali trabalham deviam pensar bem no sítio onde estão e perceber que se trabalham num centro de saúde então vão com certeza ter de atender pessoas de idade. Ora se eu me troquei toda com o sistema de senhas, imagino estas pessoas. É que tanto eu como outras pessoas novas que por lá apareceram tiveram dificuldades com o distribuidor electrónico de senhas (dei por mim a ter de ajudar os velhotes a tirar senhas porque as senhoras do atendimento têm mais que fazer....), e pior: as senhas dadas na recepção eram com números aleatórios. Por exemplo, a primeira pessoa que recebeu uma senha manual era o número 8. Eu fui a décima-segunda pessoa a receber a senha e era o número 19. Imaginem então a minha confusão, e pior, a das pessoas de idade. E aquela gentinha (para não chamar pior) do atendimento respondiam mal ou chateavam-se com elas por tirarem as senhas erradas ou por não perceberem a ordem de chamada. Digo-vos: naquelas 4 horas que lá estive fui mais simpática para os velhotes que meteram conversa comigo (e eu não gosto nada que metam conversa comigo, principalmente quando estou a ler) do que o pessoal do atendimento. Deviam ter vergonha....
8.5.12
O meu coração acha que tem 10 anos.
E é assim...Uma pessoa vai ao médico para o ouvir dizer que sou uma bebé pois o meu coração mantém um ritmo próprio de uma criança, o qual deveria ter diminuído com a entrada na vida adulta. Já com os olhos era a mesma coisa: o aumento de dioptrias deveria ter parado e estabilizado aos 18 anos, mas acabou por ser apenas aos 25. Ou seja, no fundo, no fundo, tenho 27 anos, pareço ter 27 anos, mas há para aqui orgãos que pensam ser bem mais novos. São uns imaturos, é o que é.....
Empatia
Eu não sou daquelas pessoas que adora todas as crianças do mundo, que sonha ter 10 filhos e 30 netos. Sinto que para mim as crianças são como os adultos, sentindo ou não empatia por cada uma delas. Não me derreto com todos os bebés, não brinco com todas as crianças, assim como não me torno a melhor amiga de todos os adultos. Não finjo gostar de uma criança só para agradar aos pais, assim como não afasto nenhuma só porque os pais são más pessoas. Já aconteceu até sentir uma enorme empatia pelo filho de um casal enquanto que o outro filho não me causa a mesma sensação. E depois há aqueles bebés e crianças, que para além de qualquer empatia, me fazem pura e simplesmente apaixonar por eles. E aqui ficam, alojados no coração.
7.5.12
Memórias
Ora, eu já não me sentava nesta biblioteca há.....pelo menos 3 anos. E penso que poucas vezes terei entrado aqui tão cedo como hoje. O bom é constatar que está tudo igual. :)
6.5.12
Não sou assim tão importante =P
Quando estive em França a fazer Erasmus realizavam-se as eleições presidenciais francesas, acabando estas por ser ganhas por Nicolas Sarkozy. Agora que me preparo novamente para regressar a França, voltam a realizar-se as eleições presidenciais. É caso para dizer: tenham calma, meu senhores, não é preciso mudarem de Presidente cada vez que vou viver para França!
Correr
Eu gostava de ser daquelas pessoas que gosta de correr. Juro que gostava. Quando vejo alguém todo equipado a correr, sinto-me assim a roer de inveja por dentro porque gostava mesmo de me levantar cedo com vontade de ir correr, de tirar prazer da corrida, além de saber que correr faz bem à saúde e eu bem preciso de fazer exercício. Mas eu não nasci para correr, já percebi. Há uns anos tentei (tentei mesmo!) e percebi que não sou pessoa para manter um ritmo certo. Para mim, o mundo divide-se em pessoas que correm quilómetros ao mesmo ritmo e aquelas que têm mais estofo para passar uma hora a jogar basquetebol, a correr atrás da bola, a fazer sprints até ao cesto. Eu tenho veia de basquetebolista, pronto. Corro com um objectivo: chegar à bola ou chegar ao cesto. Ora, quando estou simplesmente a tentar correr, ponho o objectivo de "ir até ao fundo da rua e voltar" e é ver-me a começar a bom ritmo e de repente já estou a sprintar feita maluca para chegar ao fim da rua o mais depressa possível. E ralho comigo interiormente e obrigo-me a voltar ao ritmo decente, mas qual quê!, passado uns segundos já estou nos sprints novamente. O que acaba por me cansar, por me deixar de mau humor e por me pôr quase a vomitar nos canteiros das flores. Além de que me sinto estúpida porque no fundo sei que não sou talhada para tal actividade. E sim, claro que já pensei eu me tornar uma especialista de corrida na passadeira eléctrica pois isso permitiria manter sempre o ritmo, mas não quero: não tenho inveja dos que correm na passadeira, só mesmo daqueles que correm ao ar livre. =P Por isso, já aceitei sem necessidade de recorrer a um psicólogo: nunca correrei e o meu destino é pura e simplesmente invejar o gosto dos outros pela corrida (o destino é tramado...).
5.5.12
Aiiiiii
Aaaarrrghhhhh, estou enjoada dos "un, une", farta dos "de la, du, de, des" e a vomitar os "le, la, les". Estou com vontade mandar o livro de exercícios ao ar e dizer "eles que me compreendam, que se lixe, não quero estudar mais!". Aiiiiiiii, que eu não tenho jeitinho nenhum para aprender línguas.
4.5.12
3.5.12
Viva!
Não entendo isto: andei eu a pedir chuvinha para que esta limpasse o ar de forma a que as minhas alergias diminuíssem, e está bem, está. Andam aqui a fazer das suas, as malditas. Afinal a chuva não me está a ajudar nada. Pronto, admito, andar com o nariz enfiado em roupas e livros com pó não deve estar a ajudar, mas mesmo assim....não sinto o ar mais puro lá fora!
E por falar em alergias, sabiam que isto de eu andar a dizer que sou alérgica ao AJAX pelos vistos é mentira? Não se pode referir a isto como alergia, mas sim como reactividade (supostamente ao amoníaco). O que me trama ainda mais porque não passa com anti-histamínico. Viva a Maria Teté com as suas alergias e reactividades!
2.5.12
Portugal e o civismo
Tenho a sensação que Portugal já teve mais civismo. Não o digo a propósito do que se passou ontem em vários "Pingo Doce", com batatadas por causa de um naco de carne ou um pouco de peixe. Só faltava matarem-se uns aos outros. Mas para além deste ser um óptimo exemplo, venho a reparar que civismo nas estradas é cada vez menor (e ainda reclamam connosco quando são eles a não cumprir as cedências de passagem ou os stops), o civismo em filas de espera para pessoas prioritárias parece que está a desaparecer (deixa-me cá fechar os olhos e ignorar que esta está grávida de 8 meses ou que aquele recém-nascido está a chorar como se estivesse a morrer à fome), a educação nos autocarros parece ter-se escondido debaixo dos bancos (e é ver os jovens sentados a ouvir música ou a ler a fazerem de conta que não vêem os pobres velhotes que vão ali agarrados aos bancos num cai-não cai)...Qual a necessidade, senhores? Estamos em crise, é verdade que temos de deixar de levar a vida ignorando os problemas como muitas vezes fizemos, é verdade que temos de ser mais desconfiados porque gatunos e burlões surgem a cada esquina (e empresa), mas a boa-educação ainda não paga imposto, assim como o civismo. Por isso, vamos lá fazer um esforço e não deitar pela sarjeta abaixo a educação que os nossos paizinhos nos deram. Já estamos a abdicar de tanta coisa, para quê abdicar dos valores?
Ai
Ai, que eu estou a ver a minha vida a andar para trás. Mas a recuar mesmo. É vê-la meter a marcha atrás e lá vai ela toda satisfeita. Alguém lhe diz que é suposto ir em frente, se faz favor?
1.5.12
Eu e a história do Pingo Doce
As imagens dos vários "Pingo Doce" que abriram hoje os Telejornais fizeram-me lembrar aqueles saldos nas mega-lojas americanas, onde todos se atropelam uns aos outros e as mulheres lutam umas com as outras por um par de sapatos. Eu percebo que 50% de desconto é...bom, é 50% de desconto. Numa altura de crise, 50% de desconto não se deve deitar fora. Confesso que depois torci o nariz quando vi que se tinha direito a este desconto só em caso de compras superiores a 100 euros. Afinal de contas estamos em crise e nem toda a gente tem 100 euros para ir gastar a um supermercado. Acho pois que se o Grupo Jerónimo Martins quisesse mesmo ajudar o povo português nesta altura de crise, tinha posto de lado este limite ridículo de 100 euros. Ajudava mais com certeza a velhota ou a mãe de 5 filhos que hoje só teriam 20 euros para gastar em comida, permitindo-lhes afinal gastar apenas 10€ ou levar géneros no valor de 40€. É a minha opinião.
E confesso que me fez confusão ver ali pessoas a queixarem-se da crise, a dizer que este tipo de medidas deveria haver mais vezes para os ajudar, e vê-los sair com carros cheios de comida de marca para os animais de estimação, sumos, doces...Bens necessários nem vê-los (até porque esses rapidamente desapareceram). Acredito que houve muito boa gente a gastar ali no mínimo 50 euros em coisas que não lhes fazem falta nenhuma, em vez de se dirigirem a outro supermercado e gastarem metade desse valor em coisas que realmente fazem falta em casa.
É verdade que digo muitas vezes que nisto do dinheiro cada um sabe de si e que não devemos contas a ninguém, desde que sejamos honestos. Mas não gosto desta mentalidade portuguesa de que preferimos ver-nos à rasca a desistir de gostos supérfluos.
E dizia ela que gostava dele.....
Ontem passei o dia nervosa, sem saber como iria dar a notícia à senhoria de que lhe tinha morto o cacto (que até nome tinha dado por ela!). Só pensava em como ela iria chorar, como me perguntaria onde o tinha enterrado e como tinha sido o funeral, porque não o tinha tentado salvar ou porque não a tinha chamado logo. Imaginava-a até a proferir uma série de pragas e olhados que me perseguiriam para o resto da vida. Tinha-lhe até comprado um outro cacto com a esperança que ela pudesse transpor o carinho que tinha pelo outro para este, mesmo sabendo que os objectos de amor não se substituem assim, sem mais nem menos. Assim, pus o meu ar mais cabisbaixo e contei-lhe que o cacto tinha morrido. Ao que ela me perguntou "Qual cacto?".
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