31.10.12

Não gosto


Quando as pessoas ao falarem comigo passam o tempo todo a dar-me palmadinhas na perna ou no braço. Não gosto. Não sou uma pessoa de contacto físico por isso não gosto quando os outros me tocam sem eu permitir. E não precisam de me estar sempre a tocar como se me estivessem a chamar a atenção para o que estão a dizer. Se eu estou a conversar convosco então é porque estou a ouvir-vos. =S

A Advogada


Hoje acordei angustiada. Não sei porquê, provavelmente sonhei com alguma coisa. E vendo que a sensação não se ia embora, decidi ir dar um passeio, apanhar ar, aproveitar o solinho. Acabei por ir ao cinema ver "A Advogada". Baseado numa história real, este filme retrata uma mulher que vê o seu irmão ser condenado por homicídio, decidindo então lutar e fazer tudo por tudo para que ele seja considerado inocente. A história está boa, confesso que tenho um certo gosto pelo trabalho da Hilary Swank e eu gostei do filme. Não é com certeza o melhor filme para se ver quando estamos angustiados, mas faz-nos pensar em todos os condenados inocentes que houve e há neste mundo. E mexe connosco. Não me arrependo de o ter ido ver, mas a sensação ainda por cá continua.

Cute :)


30.10.12

Quando falhamos nos planos que os outros acham que devemos seguir



Vivemos muito para aquilo que os outros esperam de nós. 
Quando somos pequenos, espera-se que sejamos bons alunos, que não façamos birras, que mantenhamos o quarto arrumado e que comamos tudo o que está no prato. 
Na adolescência espera-se que sejamos bons alunos, que não nos metamos em problemas nem escolhamos más companhias, que não apanhemos bebedeiras em festas e que sejamos simpáticos com as pessoas.
Depois, espera-se que entremos na Universidade, que tiremos o curso sem deixar arrastar muito o tempo, que namoremos apenas (e poucos) rapazes responsáveis e dignos de serem apresentados às avós. 
Espera-se que encontremos um bom emprego, que façamos um casamento bonito, que tenhamos filhos. 
É bom que não nos metamos em drogas, que nos arranjemos, que sejamos elegantes, bons pais, bons filhos, bons amigos, bons empregados ou bons patrões. 
E quando por acaso algo neste grandioso plano falha, então estamos aquém das expectativas dos outros. E para quê? A vida não nos permite vivê-la de forma tão programada e a culpa não é nossa. Também nós gostávamos que tudo corresse sobre rodas mas nem sempre corre. E por isso a última coisa que precisamos é dos olhares críticos dos outros e de comentários como "Demoraste 5 anos a fazer um curso de 4 anos?", "Como assim, o teu namorado tem piercings?", "Estás gorda. Sabes que devias perder peso, certo?", "Acabaste o curso e ainda não tens emprego porquê?", "Porque é que ainda não casaste?", "Porque é que ainda não tens filhos?". Pergunta ainda mais pertinente: "Porque é que temos de responder a todas estas perguntas? Porque é que não vivemos simplesmente a nossa vida, aceitando o bom e o mau que ela nos dá, aceitando que nem sempre os planos se concretizam como gostaríamos?
Ao longo dos anos aprendi que as expectativas dos outros são isso mesmo: dos outros. Claro que há algumas com as quais me preocupo mas são poucas e de pessoas muito chegadas. Eu tenho as minhas próprias expectativas: quero a minha casinha pronta, quero arranjar um emprego, quero ser feliz o resto da vida. E já fico ansiosa para que elas se realizem por isso não preciso da pressão dos outros e das expectativas dos outros.
Há quem estranhe ver-me ainda por cá. Sei bem que há quem pense que já devo estar arrependida por ter deixado o meu emprego pois já estou há mais de 6 meses sem emprego. Há quem se pergunte como tenho o descaramento de andar tão bem e feliz, estando como estou. Bem, quem pensa assim....é porque não me interessa. Os verdadeiros amigos sabem porque ainda estou cá, sabem o que se passa na minha vida, sabem as minhas razões, dúvidas e anseios. Os outros? Lol, os outros que vivam a vida deles e criem expectativas para eles. Eu já tenho as minhas, obrigado. :)

Ahahaha :D


29.10.12

Não fiquei verde...(ooooooooooh)

Mas tenho o braço com este amarelo fluorescente lindo....(yeeeahhhh! Ou não).


Gordinha e verde....passava por Fiona. =S

A melhor parte foi finalmente quando tudo acabou (claaaaaaaaaaaaaro) e tive a enfermeira a dizer-me que poderia ficar com a pele num tom verde (verde???), que passaria amanhã (verde???), e que até lá poderia fazer a minha vida normal (verde??? Como é que alguém faz a sua vida normal estando verde???? Ainda me confundiam com o Shreck.....). =S

Até agora o tom branco impera. Ufa....

Achei que não sobrevivia....

Como é que eu descreveria o exame de hoje? Simples: Foi uma TORTURA! É verdade que eu sou uma picuinhas, uma medricas e uma chorona nestes casos, e a médica e enfermeira foram muito simpáticas e até um copo de água me deram. Mas não gosto de colocar gotas nos olhos e muito menos de ter uma agulha enfiada numa veia. Tremia por todos os lados, parecia uma tolinha. O exame em si....bem, aproximem o flash de uma máquina fotográfica de um olho, imaginem uma luz dez vezes mais potente, deixem-se estar assim alguns segundos de olhos bem abertos e voilá, é isso. Ah, não esquecer que estão com a pupila dilatada por isso o olho não está nada protegido. Eu já achava que era sensível à luz (por exemplo, raramente estou de frente para o sol porque me faz confusão; as luzes dos carros à noite fazem-me doer os olhos, etc...), e digo-vos que as dores que sentia no olho e na cabeça eram com certeza possíveis de serem descritas como tortura. Ainda por cima para nada....Diagnóstico não confirmado. Continuo sem saber o que tenho e cheira-me que ainda hei-de ter exames bem piores para fazer. Mas já decidi: para os próximos quero anestesia geral!!!!

O meu Horóscopo para 2013

Acho sempre piada aos horóscopos, e gosto sobretudo de os ler depois da semana a acabar porque raramente acertam no que quer que seja. Estive a ver o meu horóscopo para 2013 e verdade seja dita até não está muito longe da verdade. :D

O signo de Balança é o signo da diplomacia e o desafio para 2013 é viver com menos regras e ter padrões mais flexíveis (estou a fazer um esforço, estou a fazer um esforço.....).

Este ano poderá trazer alguma instabilidade profissional (really? Bem, será a continuação de 2012....nada de novo então).


O início do ano, de Janeiro a Maio, será um período particularmente intenso a nível amoroso (pelo andar da carruagem, será quando formos viver juntos, e vai daí, confirma-se). 

:)


28.10.12

Sou uma piegas, é o que sou....


Estava aqui sossegadita quando me lembrei do exame que tenho de ir fazer amanhã. Nããããooooo queeeeeeeeeroooooooo! A sério, sou uma péssima doente, mariquinhas como tudo, e eu que raramente choro à frente de estranhos não tenho qualquer problema em desatar a berrar num consultório médico (fazendo com que a sala de espera provavelmente pense que eu estou a ser torturada). Para além disso, sou picuinhas com os olhos. Desde pequena que oiço as operações que a minha mãe fazia aos bichos (e mais tarde assistia sem problemas) mas se o assunto eram os olhos, fugia logo e já não queria ouvir ou ver mais nada. Nãããããoooo queeeero! Além de que não conheço a médica que amanhã me vai atender e estou mesmo a ver que ela não vai ser como a que me dilatou a vista na quarta (e que me conhece há mais de 20 anos), a qual vendo as minhas lágrimas a aparecer perguntou logo se eu não queria ir passear primeiro um bocadinho (para ganhar coragem....). E depois vão enfiar-me uma agulha na veia, que é daquelas coisas que me deixa simplesmente sem pinga de sangue (meeeeesmo. Eu já sou branquinha e fico um fantasma). Ooooh, como eu dizia cá em casa, só faltava mandarem-me tomar uns comprimidos enormes e fazerem-me uma massagem (que não gosto) para o dia de amanhã ser uma tortura digna de registo....

=/

O meu quarto anda a parecer uma feira de ciganos após um tornado. E a arrumação era capaz de correr bem melhor se eu não passasse 80% do tempo a queixar-me. Vamos lá ver se acabo hoje. É que eu nem preciso dele muito arrumado. Já me por dava satisfeita se ele ficasse a parecer só uma feira de ciganos (sem o tornado)..... 

Mau humor

Eu ia, até ansiava por isso, aproveitar esta mudança de hora para dormir mais uma horita. Era o meu plano e  eu queria-a segui-lo à risca. Mas o idiota do vento que fez ontem à noite, passou metade da noite a fazer estragos, a fazer bater portadas, tampas dos caixotes do lixo e sei lá que mais. Só sei que me deitei e duas horas depois ainda estava sem pregar olho por causa do barulho....E com tudo isto esqueci-me de regular o despertador e ele tocou na mesma às oito que na verdade eram apenas e ainda malvadas sete de manhã. Ai, opah, estou com um mau humorzinho que vai daqui até à lua.....

27.10.12

O que acham?

Às vezes acho que não, que os rapazes não sentem o mesmo que as raparigas, que não ficam horas a preparar-se para virem ter connosco, que não ficam nervosos, que pensam em nós tanto (ou menos) que em futebol, amigos, viagens, etc. Às vezes acho que não, que os rapazes não passam o dia a pensar em nós, de olhos no telemóvel à espera de uma mensagem nossa, que não sorriem feitos patetas quando a recebem, que não sonham connosco a caminho do altar. Às vezes acho que não, que não pensam em nós como as possíveis mulheres da vida deles, que não sofrem por amor, que se não estivermos disponíveis correm logo atrás de outra. Às vezes acho que não, que não reparam nos nossos tiques, não decoram o nosso sorriso, não se lembram do toque da nossa mão fechando apenas os olhos. Às vezes acho que não, que não se derretem a olhar para nós enquanto estamos distraídas, que não olham para nós durante o nosso sono e não sentem o coração cheio de amor, que não são capazes de perceber que somos a razão de eles serem tão felizes.
E depois vejo amigos apaixonados, vejo-os sofrer por amor, vejo o meu irmão perfumar-se todo "para ir estudar", vejo homens a derreterem-se pelas namoradas quando elas não estão a ver, vejo tudo isto e penso que se calhar até estou enganada....

Música

A música que me acompanha hoje...


Brrr.....


Cheira-me que esta história de me levantar às 8h da matina vai-me custar bem mais agora que o tempo frio está a chegar. Hoje pus o nariz fora dos cobertores e pensei seriamente em ignorar o despertador. Esperemos que entretanto surja um bom motivo (emprego!!!) para me levantar a estas horas, porque se não lá se vai o meu plano e ninguém me arranca da cama antes das duas da tarde.

25.10.12

Ai, a adolescência....


Ontem apanhei um autocarro ao final do dia. Entraram alguns adolescentes, entre os quais um casal que se sentou atrás de mim. Estavam notoriamente a meter-se um com outro, sem quererem admitir que gostam um do outro, com os receios tão típicos daquela idade. E dei por mim com saudades do tempo de adolescência. Depois entraram mais adolescentes (a bem da verdade, o autocarro era basicamente composto por eles. Senti-me numa viagem de estudo) e dei por mim a ouvir as conversas. E revi na cara de um ou de outro as meninas más, as vítimas, as conversas maldosas, as bocas, o não saber defender-se, o desejo de integração, a confusão de sentimentos, o não saber qual o nosso lugar no mundo, o facto de não sermos adultos nem crianças, o querermos parecer mais velhos, mais seguros, o mau humor, o facto de pequeninas coisas parecerem grandes problemas, os corações despedaçados, os suspiros eternos por quem nunca vai gostar de nós, o auto-julgamento, as hesitações, os sorrisos amarelos, os olhares dos outros, os problemas de pele, o sentirmo-nos o foco ao mesmo tempo que também sentimos que todos nos ignoram, o estudo, os testes, o facto de todas as raparigas parecerem mais magras, mais altas, mais baixas, com mais curvas, mais peito, menos rabo, o querer ter um namorado....Desculpem, eu disse que tinha mesmo saudades do quê??

24.10.12

=P


Ah, e para aqueles que brincam comigo e dizem que se vão fechar em casa enquanto conduzo tenho-vos a dizer que tenho um olho com menos 30% de visão e mesmo assim andei a conduzir. Se bem que realmente as placas da auto-estrada não estavam muito nítidas, não....=P

Que dia.....


Eu, Maria Tété, me confesso: sou oficialmente a maior picuinhas à face da Terra (com direito a choradinho e tudo) para colocar gotas nos olhos. E quando ainda por cima sei que essas mesmas gotas vão dilatar uma vista, só me apetece mandar o médico dilatar outra coisa. Claro que ele ignorou as minhas queixas e agora estou para aqui com um olho a ver tudo desfocado. Boa notícia: para a semana repetimos a tortura. Acho que vou levar um bisturi num bolso.....

Recado aos meus anjinhos: não se riam que um dia ajustamos contas. Não sei o que raio andam vocês a fazer mas andam de olhos fechados, andam (olha a ironia....).

Força de vontade...


É certo e sabido que estou desempregada mas todo os dias o despertador acorda-me às 8h da manhã. Não há cá sorna para ninguém. A não ser nos dias em que ele me acorda às 7h, como hoje, e eu fico assarapantada a olhar para ele, a perguntar a mim mesma porque raio estou eu a levantar-me tão cedo e a pensar que se calhar é melhor dormir mais 10 minutos para ver se a memória acorda....

Bolas....



É impossível, para quem anda de autocarro, não ficar doente, não é? Tendo em conta que hoje toda a gente tossia e espirrava eu quase que conseguia ver os micróbios e germes a flutuarem todos satisfeitos entre nós. =S

23.10.12

Custa

Custa-me tanto ouvir nos telejornais as pessoas a dizerem que andam a passar fome. Não faço mesmo a mínima ideia do que seja ter o estômago vazio e não ter nem um euro para ir comprar o que quer que seja, e espero nunca vir a saber. É verdade que às vezes há má gestão de dinheiro e as pessoas preferem gastar dinheiro em coisas estúpidas em vez de comprarem comida, e admito que nesses casos já cheguei a dizer "É deixá-los passar fome a ver se aprendem". Mas quando o problema não é a má gestão de dinheiro mas sim a sua ausência, fico com o coração apertadinho.

Dúvida



Não sei qual o livro que pegue a seguir. Tenho aqui dois a olhar para mim: vou para mais um livro levezinho, desta vez da Dorothy Koomson, ou perco o medo de desiludir-me e estreio-me finalmente na leitura da sueca Asa Larsson? Hum?

Memórias


Vi esta imagem e lembrei-me do Zé. :) O Zé foi uma das minhas grandes paixões nos meus 13 anos. E lembro-me bem de estar sentada ao lado dele nas aulas de História e de lhe perguntar "Como se chama a rapariga de quem gostas?" e ele dizia sempre "Adivinha". E lá começava eu a dizer os nomes das raparigas da turma por ordem alfabética, saltando propositadamente o meu. E ele a cada nome respondia "Não". Quando a lista acabava, eu fazia a fita de que afinal ele não gostava de rapariga nenhuma, ao que ele me respondia (obviamente) que eu não tinha dito um nome. E eu fazia-me de parva e recomeçava a lista das raparigas por ordem alfabética, saltando mais uma vez o meu....E era sempre assim. Em todas as aulas, a mesma pergunta, as mesmas respostas, a mesma fita. :) E eu só queria que ele admitisse que gostava de mim sem ser preciso eu perguntar directamente ou sem dizer o meu nome. :) Éramos crianças, pré-adolescentes, e por vezes eu tenho umas saudades enormes desta fase. :)

22.10.12

Enfim....

Esta notícia do Público é fantástica. É incrível como os cientistas são de repente considerados génios tão grandes que até conseguem prever com exactidão as consequências de um tremor de terra. Não há lugar no mundo de trabalho para nós, vivemos à custa de bolsas, mas para prever o imprevisível estamos cá. Não digo que eles foram correctos na sua análise e que não podiam ter feito melhor porque não sei, não é a minha área específica e não estou assim tão informada, mas até eu que sou de Ciências acho macabro um tribunal que nada percebe destas coisas achar que sim, senhor, eles tinham de saber exactamente quais os danos que a cidade iria sofrer (já agora, o número de casas que ia abaixo e quais, não?). Percebo que os familiares queiram culpar alguém, mas se vamos começar a fazê-lo cada vez que há uma catástrofe natural, muitos cientistas deixarão de o ser pois passará a ser uma profissão de alto risco (para além de ter pouca saída profissional....).

Um dos melhores comentários? Este: "Manchete daqui a uns anos....Cientistas presos por subestimarem riscos do aquecimento global...Cientistas presos por subestimarem riscos de erupções solares....Cientistas presos por subestimarem riscos de erupção de vulcões. Mas ninguém prende políticos, economistas, nem banqueiros por subestimarem os riscos das trafulhices que fazem e afectarem directamente as vidas de milhões, algo muito mais fácil de prever que um tremor de terra."

Tudo sobre ti


Há uns tempos, o meu rapaz (que daqui a uns meses fará 30 anos...tenho de começar a pensar em deixar de o chamar "rapaz", não?) perguntou-me porque razão não fazia uns posts mais críticos, mais profissionais, mais aprofundados sobre os livros que vou lendo. A razão é simples: eu não sou uma pessoa que gosta de tooodos os livros. Ou seja, para mim um livro que me envolva num bom drama será sempre um bom livro. Um livro que tenha muitos pormenores históricos ou que seja muito filosófico não me prende e eu pouco vou conseguir dizer de bom sobre ele. Por outro lado, a minha opinião sobre um livro depende da minha disposição naquele momento, do tipo de livro que li antes e até se já li algum livro dessa autora, facto que muitas vezes abona a favor mas também já serviu como ponto de desilusão. Seria assim incapaz de fazer uma crítica imparcial sobre os livros.

E lembrei-me disto tudo ao acabar de ler hoje o "Tudo sobre ti" de Melissa Hill. É uma história levezinha, levezinha, que se lê num instante (como se nota...comecei a lê-lo há dois dias). Sem grande romance, sem grandes dramas, sem grande mistério. Pessoalmente é aquele tipo de livro que não vou recomendar às amigas a quem empresto livros pois acho-o leve demais, mas confesso que gostei mesmo muito de o ler. Porquê? Porque tinha acabado de ler o "Pássaros Feridos" que é um livro grande, pesado, rico em história e personagens. Por isso ler agora este soube-me bem. Provavelmente noutra altura, teria-o achado demasiado leve. :)

Tal e qual :D


21.10.12

Factos desta semana



- A minha bebé favorita fez um aninho =D

- O meu carro transformado em caravana de ciganos chegou a França!

- Já se adiantou um pouquito mais no apartamento.

- Conduzi o carro do meu pai E estacionei-o na garagem sem dar cabo dele (muito importante caso queira permanecer no testamento).

- Acabei os Pássaros Feridos e iniciei-me num livro mais suave chamado "Tudo sobre ti" de Melissa Hill.

- Pus as minhas gravações de séries em dia (estive um mês sem as ver....tinha muito que pôr em dia).

- Passei um jantar de portugueses a falar francês (e não me saí assim tão mal. Pelo menos a francesa compreendia-me =P).

- Recebi boas notícias a nível familiar. 

- Mandei mais currículos.

- Estive com os meus avós e recebi um ovo kinder (há mimos que valem mais que barras de ouro).

- Estou a ficar doente.

Visto assim de repente, foi uma boa semana. :)

19.10.12

:)


Lido.


Acabei ontem o livro "Pássaros Feridos" de Colleen McCullough. É um livro grande (615 páginas, Sra Indy!) e confesso que houve ali umas semanas em que pouco lhe peguei porque a vontade não era muita. A história é boa, mas gostei mais do primeiro livro que li dela (O Toque de Midas). Ainda assim, recomendo e muito. É uma história rica, com personagens fortes. Nota-se que a autora se aplica no livro e constrói mesmo a personalidade de cada personagem. Acabamos o livro a achar que estivemos a ver um filme de tal forma as imagens nos estão gravadas na memória.

18.10.12

:)


Peço o carro ao meu pai, explicando que vou precisar de fazer uma curta viagem e que não tenho carro (está em França). Responde-me ele "Ter carro, até tens. Estacionas-te-o foi demasiado longe". =P

Mesmo que custe


Não mandamos nos outros. Não podemos obrigá-los a fazer o que queremos. Não podemos obrigá-los a ganhar juízo. Podemos indicar qual o caminho certo a seguir mas não podemos obrigá-los a escolherem-no. E por isso, às vezes, chega aquele momento em temos simplesmente de os deixar ir. Mesmo que não concordemos com essa escolha.

Obras mentais............

Isto de se andar em obras faz-nos ver o mundo de outra maneira. Agora não há sítio onde entre que não pense "Este parquet é giro!", "Huuum, fazer isto deve ter sido caro....", "Onde será que se compraram estes azulejos?"..........................

Um pouco de cor :)

Eu não sou uma pessoa com grande estilo, não arrisco em grandes cores e não sendo uma modelo não são todas as pecinhas que me caem bem. A maquilhagem não é exagerada e não sou propriamente uma pessoa de padrões. Mas vingo-me nas unhas. Se há uns tempos atrás me ficava pelo transparente e pelo rosa claro, passei depois aos vermelhos e bordeaux, e desde o Verão passado tenho-me entretido com outras cores, para grande insatisfação da minha mãe. Há uns tempos dizia-me ela olhando para o meu verniz amarelinho "Parece que te caiu uma gemada em cima...". E ontem olhava para mim e resignada dizia-me "Cada vez que olho para as tuas mãos penso sempre que andaste a enfiar os dedos nas coberturas dos cupcakes...". =D E eu rio-me....afinal de contas são apenas unhas e não devem ser levadas demasiado a sério. :)

16.10.12

E pronto


Mais um casado....E eu continuo a ficar surpresa como se não estivessemos todos a chegar aos 30 anos e por isso não fosse absolutamente normal casar. Enquanto nos continuar a ver a todos com 18 anos vai ser difícil assimilar que os casamentos estão mesmo a acontecer. Bem....quando começarem a nascer as criancinhas, ainda vai ser pior. =S

As vossas amigas falam-vos assim?


Quando se fala de amizade, diz-se sempre que os amigos e as amigas estão lá para nos apoiar, para rir connosco, para partilhar histórias e para se zangarem connosco quando nos querem chamar à razão (entre outras coisas). No outro dia, estava a almoçar e numa mesa ao lado estava um grupo de seis raparigas, visivelmente muito amigas, que conversavam e riam animadíssimas. A certa altura, começaram a falar num tom mais sério acerca de algo relacionado com uma das raparigas e em determinado momento ouvi uma amiga a dizer num tom bastante duro "Ouve, estás a ser uma parva porque blá, blá, blá!". E eu fiquei surpresa a pensar como se sentiria a rapariga alvo daquela crítica, lembrando-me depois que supostamente as amigas estão lá para dizer a verdade. Mas aí está: eu nunca tive amigas que num tom sério me chamassem de parva. Claro que na brincadeira às vezes sai um "És mesmo parva" ou "Que tótó", mas estamos a rir-nos e sabemos que não pensamos mesmo isso porque estamos simplesmente a disparatar todas juntas. Mas assim num tom duro, quando me tentam convencer de algo, nunca tive nenhuma que me "insultasse" ou que zangasse comigo. E dou por mim a pensar que se as minhas amigas "falham" na descrição que muitas vezes oiço, ainda bem. Porque sinceramente não acharia piada nenhuma ter uma amiga a chamar-me nomes. =S  

Planos para hoje


Enviar uns currículos e depois alapar-me no sofá agarrada a um livro e coberta por uma mantinha. As tardes da Outono sabem bem ser passadas assim. :)

Eu e os Bancos

Lembram-se desta situação? Hoje voltei à mesma agência e fui atendida pela mesma abécula ao balcão. Quando ela me disse que não ia poder ajudar-me a resolver a situação que desta vez me tinha levado lá, fartei-me e perguntei simplesmente se poderia falar com outra pessoa que percebesse mais do assunto. Ficou um bocado enxofrada mas lá me mandou para os colegas que estão à secretária. Adivinhem...coleguitas: nada! Tinham desaparecido todos. Lá esperei, esperei, esperei e nenhum aparecia. Fartei-me, virei as costas e toca a dirigir-me a outra agência. Nesta, sou justa, fui atendida com eficiência e saí de lá com o assunto resolvido. A ver vamos se para a semana já me despeço de vez da Caixa Geral de Depósitos. Não gosto de um banco que me obriga a passear pela cidade porque tem agências onde a única coisa que me sabem dizer é "Não a posso ajudar com isso".....

Nota: Alguém me explica porque é que quando vamos fechar uma conta em qualquer banco, eles fazem sempre aquela fita do "Ah,e  tal, para fechar conta tem de ir à agência onde a abriu", mas se dissermos que nem pensar porque isso não nos dá jeito nenhum, eles lá nos fecham a conta como queremos? É mesmo necessário aquela fita inicial?

15.10.12

:)


Pedrito, amigo....ouve lá....



Querido São Pedro:

Deixa-me explicar-te como se fosses uma criança de 4 anos: não te ponhas a mandar já o tempo frio porque se eu precisar de vestir um casaco mais quente...não tenho, está em França. Se precisar de vestir camisolas quentes...não tenho, estão em França. Se precisar de vestir camisolas de gola alta...não tenho, estão em França. Se precisar de usar cachecóis ou luvas....não tenho, estão em França. Se precisar de usar botas (por isso pára com a chuva!)...não tenho, estão em França. Entendeste, não entendeste? Óptimo.

14.10.12

Mentir


É algo que nunca compreendi nas relações. O facto de alguém mentir à pessoa que ama só porque acha que esta se vai sentir melhor com isso. Bom, não falo daquelas pequenas situações em que para bem da saúde física da pessoa é melhor nunca dizer completamente a verdade, como por exemplo, a resposta à pergunta "Estou mais gorda que aquela?" deve sempre (sempre!) ser "Claro que não, amor!". Mas quando falamos de situações que afectam um dos membros do casal ou até ambos os membros, para quê mentir? Supostamente temos ao nosso lado a pessoa que escolhemos para nos apoiar, por isso desde quando é que as mentiras soam melhor? Dizer "Querida, o emprego vai óptimo" quando já fomos despedidos, "Querido...fiz um pequeno risco no carro" quando este ficou pronto para ir para a sucata, "És a mulher da minha vida" quando a hora do almoço é aproveitada para uma rapidinha com a secretária, ou "Maridão, comprei umas jóias e umas carteiras baratíssimas nos saldos" quando estas custaram mais que a prestação da casa que não estão a conseguir pagar, não é bom para a relação nem nunca há-de ser. Percebam, se quiséssemos um homem (ou mulher) ao nosso lado que nos mentisse, "só porque não nos quer preocupar ou chatear", não teríamos perdido tanto tempo à procura da pessoa certa. Bastava-nos entrar num bar e escolher o primeiro idiota que olhasse para nós. Até porque as mentiras acabam sempre por ser descobertas e a preocupação/discussão vão existir na mesma. Ou seja, as mentiras nunca soam bem. Muito menos numa relação.

Como eu ando....


13.10.12

Eu

Querem saber como é que sou? 
Querem? 
Querem? 
Querem uma fotografia minha? =P
Ora aqui estou. =D


Vá, o volume peitoral está assim um pouco mais abonado e a dieta da boneca está a correr bem melhor que a minha, mas está um charme esta "Tété". :)
Muito obrigado a quem ma ofereceu. Não deixo de fazer um grande sorriso e de me lembrar de vocês todos cada vez que olho para ela. :)

Agenda


Estou absolutamente convencida que 2013 vai ser um grande ano. Não sei porquê mas sinto que vai ser. E por isso mesmo já tenho uma agenda toda catita à espera de ser estreada. Para um ano cheio de expectativas, de coisas boas e giras, a agenda tinha de estar à altura. 

12.10.12

Rezar

Não sou uma pessoa de rezas. Quer dizer, não tenho aquele hábito de me ajoelhar à noite na cama e falar com Ele. Aqui entre nós, não acho sequer que seja uma posição confortável para ter uma conversa. E também não entro numa igreja para rezar. Nunca senti necessidade disso. Eu sou basicamente aquele tipo de pessoa que reza quando precisa. Nessa altura rezo aos meus anjinhos, faço pactos com eles, explico-lhes calmamente que ou eles me ajudam ou lixam-me a vida. E verdade seja dita, não me posso queixar pois poucas vezes falham. Quando acertam, agradeço-lhes. Quando me falham, mando-os dar uma curva ou ver se está a chover. No resto do tempo ignoramo-nos mutuamente. Eu levo a minha vida e suponho que eles levem a deles ajudando outras pessoas. É simples e é assim que eu rezo. E ontem rezei, ontem expliquei-lhes que não é altura para me lixarem a vida, que acho bem que conversem com o chefe deles, que unam os super-poderes todos que possam ter, que façam "fusão" uns com os outros como no Dragon Ball, não me interessa, desde que não me lixem a vida. E hoje, ao acordar, sem saber se eles estão a trabalhar como deve ser ou se a crise também já chegou ao departamento dos super-poderes, agradeci porque embora não acredite que Ele comande o destino das pessoas (porque se comanda mando já um recado: Esforça-te mais! Andas a fazer um trabalho de caca em muitas situações....) pus essa hipótese durante uns segundos. E agradeci-Lhe então por ter atrasado tudo e ter permitido assim que eu estivesse cá nesta altura.

Não perguntem. É apenas uma fase de sustos (pelo menos estou a rezar para que seja só isso ;)).

Desabafo


Há dias assim: tão cheios de coisas boas como de coisas menos boas. Mas hoje sei que quando me deitar vou olhar para este dia e perceber que o importante, sempre, é concentrarmo-nos nas coisas boas. As outras menos boas resolver-se-ão ou não passaram de falsos alarmes. É simples.

11.10.12

Malta:


O amor cega, mas não nos transforma em burros, ok? Vamos lá perceber isto, sim?

Apanhada desprevenida....


Ai, o que chove em Aveiro. Eu não vim preparada para isto! Em minha casa tem estado um calor e um bafo quente terrível e irrespirável nos últimos dias. De onde vem esta água toda?? =S

Pois, é verdade....

ANDO FARTA DE OBRAS!

É verdade que é muito bom olhar para o apartamento e vê-lo a avançar, principalmente, ao nosso gosto, com cores e texturas escolhidas por nós. Mas confesso que já são demasiados meses a avançar a um ritmo demasiado lento para a ansiedade que tenho em ir viver ali. Por mim, mudava-me já hoje. Bom, não hoje, hoje que ainda tenho de dar uns abraços antes de ir, mas dentro de uns dias. Até porque a semana passada o meu carrinho já foi, cheio de coisas (parecia mesmo um carrito de ciganos, com os bancos deitados e cheio até acima de caixotes e até um pequeno móvel), e eu agora estou para aqui sem carro e sem mais uma série das minhas coisas. A minha vida está a mudar-se para lá e eu continuo por aqui. Enfim, há que respirar fundo e esperar que nas próximas semanas (meses?) as obras avancem. Até lá, ando por aqui.

10.10.12

Rrrrrrr...........................


Arrrgh, que mania que eu tenho de arrumar as coisas tão arrumadinhas que depois não as encontro. Bolas. =S E fico ainda mais piúrsa quando me lembro perfeitamente que ao guardar certas coisas pensei "Huuum, estás a arrumar isto aqui e se calhar depois não te vais lembrar que foi aqui que guardaste...". Pois, confirma-se, não me lembro.

Tal e qual


BPI - parte II

O BPI, como muitos outros bancos e empresas, é um open space. Confesso que não gosto. Em primeiro lugar a conversa que estamos a ter com o nosso gestor de conta ou com o bancário que nos atende é ouvida por todos os funcionários e clientes. Basta estarem atentos e ficam a saber os nossos dados pessoais, o dinheiro que temos na conta, o que queremos, as dúvidas e/ou dívidas que temos, etc....Ora, eu não vou ao banco para servir de novela aos outros. Em segundo, ficamos também a saber a vida dos outros, principalmente se os funcionários forem muito pouco profissionais.
Nesta nossa ida ao BPI, um cliente que estava a ser atendido ao nosso lado chateou-se com algo que a bancária lhe disse e levantou-se dizendo que se ela fosse uma verdadeira profissional não emitiria juízos de valor. Pediu o livro de reclamações que não lhe foi imediatamente dado e saiu de lá furioso a dizer que ia chamar a polícia. Concordo que a postura do cliente foi rude e espalhafatosa, mas nada justifica o comportamento que a funcionária teve de seguida. Chateada, decidiu partilhar com os colegas a situação (Hello...? Estamos no open space...onde para além dos colegas há também outros clientes...como nós), e em minutos fiquei a saber que aquele senhor está em processo de divórcio e que tem uma providência cautelar contra ele por parte da (ex-)mulher, entre outros pormenores da sua vida. E estive para me levantar e explicar que não sabendo o que ela tinha dito ao senhor (e por isso, não sabendo quem tinha a razão), ele tinha acertado numa coisa: ela era muito pouco profissional. Porque é verdade que neste momento nem me lembro da cara dele, mas até podia ser meu vizinho ou meu colega de trabalho, e eu numa ida ao banco ficava a saber de coisas que ele tinha todo o direito de manter privadas.
Esta história fez-me lembrar uma que a minha mãe presenciou, num consultório formado por médicos de várias especialidades, em que na sala de espera ela esteve o tempo todo a ouvir as senhoras da recepção a ligarem a mulheres que tinham colocado próteses mamárias daquela marca francesa que estava a dar problemas e que deveriam regressar ao consultório. E ali estava ela a ouvir os nomes completos das senhoras, pensando no quão absurdo seria se de repente ouvisse o nome de alguma conhecida, ficando assim a saber informações acerca do peito da senhora.

Não gosto de open space (sim, porque depois vemos funcionários demasiado ocupados para nos atenderem, a falarem ao telefone....a combinar jogos de futebol ou jantaradas com os amigos). Mas gosto ainda menos de funcionários que não sabem trabalhar neste tipo de espaços.

9.10.12

BPI - parte I

Eu estava a escrever tudo num só texto mas percebi que já se estava a tornar demasiado longo e por isso decidi separar as águas.

O meu rapaz decidiu que ia fechar a conta que tinha no BPI (pelas mesmas razões que eu: não gosta do que lhe é cobrado só por ter o seu dinheiro lá), e por isso dirigimo-nos ao banco. Fomos atendidos por um bancário da nossa idade que lhe explicou que ele tinha xxx,83€ na conta e que esta teria de estar a zeros para ser fechada. Tudo bem. Faz-se transferência. Ah, e tal, tem custos, é melhor irem à máquina multibanco levantar o dinheiro. Oi? O quê? Como é que se levanta um valor que tem cêntimos numa caixa multibanco? O senhor tanto insistiu que acabámos por ir levantar aquilo que era possível levantar (só notas, claro...) até porque nos dava jeito algum dinheiro líquido. Voltámos a entrar no banco e explicámos que tinha ficado na conta 5, 83€, ao que o funcionário olha para nós e pergunta "Porquê?". Meio aparvalhados, explicámos que a máquina não tinha notas de cinco euros....e que não dava moedas, não sendo por isso permitido levantar os 83 cêntimos. E ele olha para nós, muito surpreso, como se o estivéssemos a informar que havia marcianos a invadir a Terra, e uns segundos depois acaba por reagir e dizer "Ah, pois, as máquinas multibanco só têm notas....". A sério? Mesmo? Eu não sei quem foi o idiota que através da cunha enfiou aquele rapazinho a trabalhar ali, mas alguém devia certificar-se que ele tem pelo menos a quarta classe feita.....

Cinema

Aproveitámos esta semana em Portugal para ir ao cinema (porque em França os bilhetes são caros. E mesmo que fossem ao preço dos nossos, seriam sempre demasiado caros para aquilo que eu vou compreender do filme...). Fomos então ver....

Terapia a dois


É uma comédia levezinha, que se vê bem e que nos deixa a pensar. Os papéis e os problemas do casal estão muito bem trabalhados. A única coisa que não me convenceu foi a prestação da Meryl Streep. Ai, vozinha demasiado esganiçada e nas cenas de choro parecia estupidamente uma aspirante a actriz. Sinceramente, já a vi fazer melhor.


Taken 2

Já tínhamos visto o primeiro e tínhamos adorado a história. Este segundo filme segue basicamente a mesma linha da história, não surpreendendo nesse ponto, o que contudo não faz dele um mau filme. Eu gostei. Achei que havia história que podia ter sido melhor aproveitada assim como achei que algumas cenas estavam um pouco longas de mais, mas pronto...Ah, e há sempre uma ou outra cena de tortura que é um assunto que mexe comigo e que eu simplesmente não consigo ver (aí foco-me nele ou então nas minhas belas sapatilhas até a cena acabar), mas nada de exagerado. Para quem viu o primeiro (e gostou), aconselho irem ver o segundo. Vale a pena. :) 

Selvagens

 Ora bem, lembram-se do que eu disse acima acerca da tortura? Pois, neste as cenas são um pouco mais violentas e em maior número (como exemplo, o filme tem logo nos primeiros minutos uma decapitação). A voz e o tom da Blake Lively que vai narrando partes da história ficou-me na cabeça durante horas. O filme está giro mas eu contava com algo um pouquito menos violento. Não é propriamente um filme que eu ache piada ver num domingo chuvoso, sentada no sofá, por exemplo. Mas pronto, a história está bem construída. :)

E por fim.....Para Roma Com Amor.



Como hei-de eu descrever este filme..? Se vos disser que passei metade do filme a abrir a boca e a arquear as sobrancelhas, como se a perguntar "O que raio é isto??", percebem que não é de todo um dos filmes favoritos, certo? Ri-me com várias cenas, mas outras eram demasiado estúpidas e eu só abanava a cabeça e dizia "Oh, valha-me Deus....". Mas este sim, é um bom filme de domingo à tarde. É levezinho. Ah, e adorei rever o Robert Benigni. E o meu moço adorou rever a Ellen Page, com a qual eu embirro profundamente.