27.2.15

Que pergunta....=P

Sei que sou uma das paixões dos meus avós e que a minha paixão por eles é reconhecida, mas às vezes não parece.

Durante o telefonema de ontem, em conversa com o meu avô:
- Em Maio vou visitar-vos!
- ...Porquê?

26.2.15

Gulooooosa =D

O irmão do Jack e respectiva família foram a Portugal e perguntaram-me se eu queria que me trouxessem qualquer coisa. Da última vez pedi um bollycao na brincadeira e trouxeram-me mesmo. Desta vez decidi pedir os melhores rebuçados de sempre e que é cada vez mais difícil encontrar em Portugal (e impossível em França): os rebuçados de laranja Heller! Lembro-me de os comer numa festa de anos em casa de uma amiga, era eu adolescente. Nunca mais me esqueci deles e já tinha acabado o curso quando os voltei a encontrar no Jumbo. Agora é raro não trazer um saquinho deles quando faço uma visita a Portugal. Não sei se os vão encontrar ou não, e se não os encontrarem (afinal de contas foram de férias e não numa excursão à procura dos rebuçados perdidos) não haverá mal nenhum. O problema é que agora não consigo deixar de pensar no raio dos rebuçados.....


25.2.15

Não se aprende isto nas escolas?

Eu até acho piada ver a Casa dos Segredos mas confesso que me encolho perante alguns crimes cometidos contra a língua portuguesa. Um erro aqui, outro acolá, não me perturba por aí além. Eu própria os escrevo aqui no blog, fruto geralmente da pressa ou distracção. Também a falar me saem algumas asneiras das quais me chego a rir por o disparate ter sido tão grande. Mas na Casa dos Segredos é perceptível que é de facto aquela a maneira de falar e que não se tratam de erros ocasionais. Incomoda-me sobretudo o "eu conheço ele", "eu vi ele a fazer isto". "Eu conheço-o/ Eu vi-o", é assim tão difícil de dizer? Será assim tão complicado? Será pedir de mais? Não gosto também do "Eu disse a ela", "Eu contei a ela". "Eu disse-lhe/eu contei-lhe", não pode ser? Ainda há os que tentam e a quem basicamente sai um "Eu disse-le!", ali uma mistura entre o "eu disse-lhe" e o "eu disse a ele", embora esta expressão não me arranhe tantos os ouvidos por o Jack a dizer também, fruto de ter crescido em França e estar habituado aos "le, la, les," não ao som "lhe". Mas assim para já, para já, será que pelo menos podiam deixar de dizer "Eu encontrei ele na discoteca?" em vez de "Eu encontrei-o na discoteca"? Tornaria o programa um bocadinho menos sofrível a nível da audição.

Isto vai continuar assim?

Segunda-feira comentei com o Jack que no dia seguinte iria ao centro comercial comprar a prenda de anos para o sobrinho dele. Ele olhou para mim e disse "Ok, mas não te demores muito". Perguntei-lhe porquê e ele informou-me que tinha havido ameaças terroristas em dois centros comerciais em Paris e que mesmo que aquele onde ia não fizesse ainda parte da lista, preferia que não me demorasse muito por lá. Admito que ontem, enquanto ia a caminho, não estava assim muito segura de mim. O centro comercial onde costumo ir fica lado a lado com a Disney, não é algo propriamente deserto e pouco conhecido, e perguntava-me que mundo é este em que nem em França podemos ir às compras descansados. Quando lá cheguei um guarda revistava a carteira de uma rapariga, algo que nunca tinha visto mas pensei que ela pudesse ter apitado à saída de alguma loja e continuei o meu caminho. Fui chamada pelo guarda para abrir a minha carteira e lhe mostrar o interior. E reparei nessa altura que todas as entradas estavam com guardas e que havia muitos mais do que eu estava habituada a ver por ali. Fiz as minhas compras, tratei do que tinha a tratar e vim-de embora com um saborzinho amargo na boca e a pensar que fazer compras é muito mais divertido quando não temos de pensar em terroristas (e quando temos dinheiro, já agora).

23.2.15

E quem é que vai a Portugal em Maio, quem é, quem é?

É verdade que não dava jeito nenhum comprar os bilhetes agora, é verdade que andamos aqui a contar os tostões e a ver a data da assinatura da casa a ser cada vez mais adiada (era para ter sido em Fevereiro, agora já está em Abril) e que até lá não podemos mesmo dar-nos a grandes loucuras. E depois também não porque temos um orçamento apertado para transformar aquilo que é basicamente um celeiro numa casa habitável, mas não pensemos nisso agora. Eu andava para aqui consumida com os preços dos bilhetes que já estavam um pouco mais caros do que eu queria e a experiência dizia-me que quanto mais tempo passasse mais arriscava a ter de vender alguns anéis para conseguir pagar a viagem, por isso, ontem tratámos disso. Vamos a Portugal! :D

:)

Um jovem decidiu surpreender a namorada e com a ajuda de um desenhador, transformou a amada numa princesa Disney (e ele próprio num príncipe). E ficou tão giro. :D











19.2.15

Sempre que tento marcar viagens fico com mais cabelos brancos (e mais pobre).

Eu gosto de viajar na TAP. Gosto do facto de oferecerem uma refeição e uma mala de porão. Até não desgosto assim tanto dos preços embora não me importasse que fossem mais baratos. Mas para isso, posso sempre escolher outra companhia. Mas aquilo que eu prefiro na TAP em relação às outras companhias são os horários. Já viajei muito pela easyjet quando tinha bons preços e bons horários. Neste momento, encontro voos do mesmo valor ou mais caros que os da TAP e com horários tão espectaculares como sair às 6h40 da manhã ou chegar às 23h00. Amigos, eu não vivo ao lado do aeroporto nem tenho disposição para passar uma noite num hotel. Para apanhar um voo às 6h40, tenho de obrigar quem ainda tem um dia de trabalho pela frente a levantar-se às 3h00 da manhã para me ir levar, ou chegando às 23h00 obrigo quem trabalha no dia seguinte a chegar a casa à 1h00 da manhã para ter se levantar daí a 4 ou 5 horas. Lamento, mas não me interessa. A TAP oferece-me voos às 10h00 que permitem a quem vai trabalhar deixar-me no aeroporto pelo caminho, e deixa-me chegar às 19h00, boa hora para a boleia de quem saiu do trabalho. E ainda há voos pelo meio que também marcham. A única coisa que agora me está a cair mal é que estamos em Fevereiro, eu ando a ver voos para Abril/Maio e a minha carteira está ali aos berros "Nããããããããããooooo!" perante os preços apresentados.

Então por onde andas, Tété?

A maior parte do tempo na casa-de-banho. Uma pessoa decide que isto de deixar de comer chocolates não resolve tudo e portanto vai de começar a beber 1,5l de água por dia. A minha bexiga é que não me tem permitido fazer muito mais do meu dia-a-dia.

18.2.15

Outra coisa que eu acho piada nos fóruns da internet

Pessoas que dizem estar interessadas em abrir um negócio original e pedem ideias, fornecedores, preços, contactos, locais para alugar, informações sobre impostos, conselhos de gestão, e tudo o que os outros estiverem dispostos a dar. Alguns são mais específicos e sabem ao menos que querem vender, por exemplo, roupa e mais uma vez não se coíbem de perguntar contactos de fornecedores, preços e tudo o mais. Invariavelmente, são tópicos que nunca recebem respostas. Ajudar o outro sim, fazer-lhe e dar-lhe a papinha já não é bem assim.

Estou em modo zombie

As minhas insónias são proporcionais ao mau dormir do Jack pois quanto mais dificuldade tenho em adormecer, mais ele se mexe. Esta noite, cheio de dores de cabeça, foi deitar-se mal chegámos a casa após um jantar. Eu, ainda sem sono, fiquei acordada a ver se ainda falava com os meus pais via skype. Como não me atendiam, acabei por estudar como colocar sal na máquina de lavar a louça e lançar um programa de limpeza. Tudo tratado e comecei com um ataque de alergia, com direito a muitos espirros e muitos lenços gastos (eu nem vos digo o que esta casa gasta em lenços de papel no supermercado!). Era impossível tentar adormecer assim, pelo que me entretive pela casa e pela net até me ter lembrado que o Jack precisaria de almoço no dia seguinte. Se já estivesse na cama, encolheria os ombros e ele safar-se-ia depois comprando uma sandes, mas estando acordada e sem hipóteses de dormir, acabei por fazer uns cordon blue no forno (comida de desenrasque para estas coisas). E com isto, eram duas da manhã e eu ou ia passar a ferro ou ia dormir. Tentei esta última para meu desespero. Em primeiro, o ataque de alergia estava a provocar-me febre e eu que até durmo com pouca roupa, vi-me enfiada na cama com um pijama quentinho, umas meias de lã, o roupão, um saco de água quente e a tiritar de frio. Em segundo lugar, o Jack mudava de posição a cada dois minutos, o que torna a hipótese de eu adormecer completamente impossível. Três da manhã, eu ainda acordada, ele às voltas e eu com vontade de lhe mandar um berro. Mas como sou fofa e simpática, acordei-o docemente e perguntei-lhe se estava a sentir-se bem. Queixou-se de fortes dores de cabeça (é muito dado a enxaquecas, este meu homem) de modo que a meio da noite lá andava eu com bolachas, água e comprimido na mão a caminho da cama, para aliviar este mau-estar. Adormeceu. E eu também, mas só uma hora depois quando ele finalmente acalmou.

Se eu não gostasse tanto dele, mandava-o dormir para o sofá nestas noites.

17.2.15

Coisas estranhas pela terra das baguettes.

Por aqui estamos nas férias escolares de Inverno. Sim, sim, cinco semanas após o fim das férias de Natal, as escolas fecham novamente quinze dias. E ainda faltam as férias da Primavera em Abril, seis semanas depois destas acabarem. 
Não entendo como é que os miúdos conseguem aprender alguma coisa assim e como é que os pais fazem para conseguirem trabalhar com tantas férias escolares e os miúdos em casa.

16.2.15

O que eu gosto disto!

Não gosto é do cheiro. O queijinho derretido até é bom mas deita um pivete. E como só fazemos a raclette ao jantar, é necessário deixar o cheirinho apurar na divisão durante a noite até se poder arejar a casa no dia seguinte. Mas gosto, gosto, e era menina para fazer isto todos os dias. :)

14.2.15

Se não fosse o facebook, o instagram e os blogs eu nem saberia que dia é hoje.

Não ligamos ao Dia dos Namorados. Pelo menos, eu nunca liguei. Já ele chegou a fazer-me uma caixa de chocolates com as próprias mãos, com cada espaço em forma de coração para o chocolate. Não me lembro de algum dia termos ido jantar fora os dois neste dia, mas chegámos a encomendar pizzas e a jantar em casa a ver um filme. Acho que é mais ou menos este o nosso acordo: ele não me obriga a sair de casa e a ver tudo com corações vermelhos e rosa, e eu permito que em casa se festeje caso ele queira. Mas este ano, com tantas coisas a fazer, tantos problemas a resolver, tantas situações a acontecer, o dia está a passar-nos completamente ao lado. E eu não me importo. O dia 14 de Fevereiro não é o nosso dia. O nosso dia é o dia 10, todos os meses. :)

13.2.15

Eu não acho mal haver pessoas burras e inúteis. Só me chateia quando elas se esforçam por estragar a vida aos outros.

Imaginem a situação:
Uma pessoa pára o seu carro pessoal em frente a uma empresa que está a passar naquele momento por um processo de dívidas. Um oficial de justiça desloca-se à empresa, olha para o carro e num claro de momento de falta de inteligência, acha que o carro pertence à empresa e deixa um papel à porta da empresa (para que todos possam ler) dizendo que se a situação não for regularizada, aquele carro será apreendido. Uma pessoa espantada com a situação, desloca-se ao escritório do oficial de justiça e explica que o seu carro nada tem a ver com a dita empresa, sendo-lhe dito que sim, senhor, o problema ficará resolvido. Um ano depois, uma pessoa decide vender o carro, encontra comprador, tudo muito bem, mas é preciso um papel da câmara que indique que aquele carro não está ligado a nenhum processo. Uma pessoa dirige-se à câmara descansada da vida para pedir o tal papel e descobre que afinal nada foi resolvido e que o seu carro continua associado à empresa, sendo aconselhado a ir falar com o oficial de justiça. E assim, à custa de um claro lampejo de burrice absoluta de um homem que tem de inventar trabalho para merecer o seu salário, uma pessoa vê-se impedida de vender um bem que pagou às custas do seu trabalho e do qual é proprietário. A história não se passou comigo e depois de duas semanas de muito stress e perda de tempo está finalmente resolvida. Mas eu não deixo de achar que há pessoas que não sabem até que ponto estão em risco que um dia um destravado lhes entre pelo escritório adentro e lhes bata como nunca apanharam na vida porque nem pensam duas vezes antes de empatar a vida a outros.

O chato de ser cegueta

Quem precisa de óculos para fazer tudo, desde sair de casa de forma a não chocar com o primeiro poste que encontrar a cozinhar sem colocar açúcar em vez de sal no arroz, sabe a importância de saber sempre onde estão os óculos quando acorda de manhã. Geralmente, cria-se uma espécie de rotina e os óculos são colocados sempre no mesmo local, seja ele a mesinha de cabeceira, a cómoda ou outro sítio de fácil acesso. Acaba por se tornar um gesto mecânico, já nem se pensa "Tenho de colocar os óculos ali" mas o certo é que de manhã eles estão lá. Só que há duas noites estava eu já quase quase quase a adormecer quando pensei "Estranho, não me lembro de ter feito o gesto de pousar os óculos no sítio do costume". Encolhi os ombros, afinal de contas é algo que faço todas a noites sem pensar e não haveria razão para me lembrar de especificamente o ter feito naquela noite. Mas de manhã ao acordar, os óculos não estavam mesmo no sítio onde os coloco sempre há cerca de dois anos. Começa a busca. Esmiucei a mesinha de cabeceira. Abri gavetas. Procurei no armário. Convenci-me aterrorizada que os teria pousado na cama e que teriam sido esmagados e esfrangalhados durante o nosso sono, pelo que literalmente desfiz a cama com mil cuidados à procura dos 1001 bocados dos meus óculos desfeitos. Nada. Apalpei o chão. Nada. Tudo isto se torna ainda mais catastrófico e frustrante se pensarmos que a busca é sem feita...sem óculos na cara. Tudo não passa de uma névoa, de manchas desfocadas que são na verdade o despertador ou uns brincos pousados. Já me imaginava a passar o resto do dia a ver as coisas em modo impressionista e a fazer a triste figura de ligar ao Jack a dizer que os meus óculos tinham desaparecido e estava refém na nossa própria casa. Lembrei-me que ao lavar a cara à noite, tiro (obrigatoriamente) os óculos e que por lapso os poderia ter deixado junto ao lavatório. Não. Vasculhei o armário e as gavetas da casa-de-banho. Nada. Acho que terei de admitir que aqui entrei um bocadinho em pânico. Eu queria os meus óculos! Ao passar junto à máquina de lavar roupa e ao armário da roupa suja, encontrei-os. Estavam calmamente pousados em cima da roupa por passar. Não me perguntem porque razão os pousei ali, não faço ideia. Mas mal os coloquei na cara, passei a ver melhor, a respirar melhor e até acho que perdi dois quilos.

12.2.15

Toda a gente fala disso e eu também

Não li os livros "As 50 sombras de Grey". Quando a explosão se deu e só se ouvia falar destes livros, aquilo que ouvi não me interessou por aí além. Descrições como "porno para mamãs" ou "vai mudar a sua vida sexual" não me atraíram o suficiente para ter sequer a curiosidade de passar os olhos por algumas páginas. Mesmo depois de me referirem que se trata de romance, o facto de assumirem tratar-se de um livro de diálogos pobres não ajuda. A minha cunhada, completamente afastada de toda a sensação que os livros estavam a ser, decidiu comprar um e começar a ler para mais tarde me perguntar se já tinha ouvido falar deles. Expliquei-lhe que era a obra do momento mas que não tinha lido. E ela que partilha livros comigo e com quem falo muitas vezes sobre gostos literários, afirmou peremptória que estes livros não eram o meu género.

Agora toda a gente fala do filme e após tantas reacções ontem vi o trailer. E confirma-se: também não verei o filme. Não me prendeu, não fiquei com curiosidade para ir ao cinema e suspeito que o Jack terá razão quando diz que me daria mal com a actriz principal. Da mesma forma que não suporto a actriz principal de Twilight por achar que de vez em quando lhe pára o cérebro em vez de agir ou falar, fiquei com a sensação que esta actriz fará o mesmo.

Definitivamente, esta moda não é para mim. Esperarei pela próxima, pode ser que seja mais o meu estilo. :)

11.2.15

Mas é menino para achar que a música é espanhola =P

E a piada que eu acho quando oiço o meu vizinho francês pôr esta música em alto e bom som? :D




:)

Os meus pais contam a história de que quando compraram a primeira casa, levaram todo o dinheiro que conseguiram juntar até ao banco para a entrada da imóvel. Agarraram em cada tostão que tinham, até o que eu tinha no mealheiro (posteriormente devolvido, dizem eles) para conseguirem a soma necessária. Conseguiram e saíram do banco felizes e satisfeitos, até se aperceberem que até ao final do mês não tinham nem um tostão para as minhas fraldas.

Trinta anos depois, sinto-me um pouco como os meus pais: andamos a juntar todos os tostões que temos para termos a certeza que no dia da assinatura, o dinheiro da entrada e das burocracias necessárias estará disponível. Arriscamo-nos é a não ter dinheiro para comprar papel higiénico até ao final do mês. :)

10.2.15

A menina quer!


A dica já foi dada ao pai. A ver se da próxima vez que for a Portugal já terei o livro à minha espera. =P

6.2.15

...

Gosto muito da minha balança mas peso muito menos, vestida, na balança dos outros do que sem roupa na minha balança. Acho que ela não gosta de mim.

Juro que, horas depois, ainda sinto pena dele

Sempre disse ao Jack que se um dia ele decidisse levantar-me a mão e bater-me não haveria segundas hipóteses nem perdão para ninguém. Mereço mais, muito mais, que um homem que me perde o respeito e me decide magoar fisicamente e intencionalmente. E como na nossa relação, a regra aplicada a um é aplicada automaticamente ao outro (funcionamos muito bem na onda do "Não lhe fazer isto porque não gostaria que ela/ele mo fizesse"), sempre soube que seria impensável para ele permitir que um dia lhe desse um estalo. Até hoje. Ele sentado na cama, eu deitada mais a dormir do que acordada, e por uma qualquer regra do universo, alinhámos os nossos gestos: ele inclinou-se e eu fiz um arco com o braço para puxar o cobertor que me estava a deixar as costas destapadas. Só que a minha mão, no meio deste meu movimento rápido encontrou a cara dele e o som foi o de uma chapada autêntica. Julgo que me safo por não ter sido intencional (eu nem tinha os olhos abertos!). Mas já não posso dizer que nunca dei uma estalada ao meu marido.

Quase um ano depois

Estamos quase, quase, quase a lançarmo-nos novamente numa grande empreitada. Se com as obras deste apartamento ganhei alguns cabelos brancos, tenho a certeza que a casa que nos propomos a construir neste momento me vai trazer uma brilhante e branca cabeleira. E só agora me caiu a ficha e percebi que vou novamente entrar no maravilhoso e exasperante mundo de "escolher mosaicos, escolher parquet, escolher tintas, compara aí os preços, olha esta promoção, o que achas desta cor, vamos a mais cinco armazéns ver o que eles têm". Como é que ele me convenceu a entrar nisto??

3.2.15

Ai, estes horários!!!

Uma pessoa acorda e começa os seus afazeres, sabendo que tem de ir levantar uma carta registada aos correios e que estes fecham ao meio-dia, à terça-feira. Com medo de se esquecer, uma pessoa decide sair de casa a meio da manhã e toca a andar aos correios, para ao chegar lá às 10h30 dar com o nariz na porta e num papel a informar que os correios hoje fechariam...às 10h25. Rrrrrrrrrr....eu quero a minha carta!

2.2.15

Opinião

Imaginem uma sala de paredes brancas. Um sofá castanho. Móvel de televisão, estantes e mesa em madeira num tom nem muito claro nem muito escuro (é aquele tom parecido com mel, sem ser cor-de-laranja). O Jack quer uma mesinha de café para pôr entre o sofá e a televisão, e acha que ficaria bem uma branca. Até porque temos atrás da porta da sala um pequenino móvel branco, mas quase não se dá por ele. Eu não estou muito convencida pois não sei se não parecerá completamente fora do contexto uma mesa branca ali no meio (embora se arrancarmos para isso, eu já ande de olho num outro móvel branco para a entrada da sala). Não acho que toda a mobília deva combinar entre si, com os mesmos traços e exactamente a mesma cor, mas....não sei, não ficará esquisito? Vá, preciso das vossas opiniões. :)

Confusão de personagens

O problema de estar a ver a série Lost depois dos ver os filmes do Senhor dos Anéis é que se torna impossível olhar para o Charlie e não pensar "Merry!!!!". Já por outro lado a Kate não me lembra imediatamente a Tauriel do Hobbit.


1.2.15

O meu problema com os comentários

Se desse para compilar numa página todos os comentários que faço noutros blogs, tenho a sensação que a maioria das pessoas acharia que eu gosto de armar confusão, que sou incapaz de elogiar, que não sei ser simpática, que só sei ser do contra. Não é a verdade, obviamente, mas às vezes penso que o meu comportamento nas caixas de comentários poderá levar a esta conclusão. Leio vários blogs, gosto de vários blogs mas raramente, muito raramente me dá para comentar um post e dizer "Que lindo!" ou "Que fotografias fantásticas" ou "És gira!". Não o faço, não por ser contra os meus princípios mas simplesmente porque não me dá para isso, não me lembro de o fazer da mesma forma que não comento notícias online. Não é que não pense "Aquela camisola é giríssima!", "Desta vez a maquilhagem ficou mesmo bem" ou "Ahah, esta história teve piada" porque penso, mas não o escrevo. Não acho que adicione informação e por isso simplesmente não me lembro de o escrever. Mas escrevo quando não concordo com algo. Quando perante um argumento, uma teoria, uma pensamento, tenho uma visão oposta. Não insulto, obviamente, não digo "Não percebes nada disto!" ou "Nota-se logo que és uma idiota". Explico o meu ponto de vista, dizendo porque não concordo, o que infelizmente faz algumas bloggers abespinharem-se um pouco como se ter alguém que não pensa da mesma maneira fosse a mesma coisa que estar contra elas. O que é ridículo porque não é verdade. Acho sim que uma opinião contrária dá informação, abre uma janela de diálogo ou de troca de argumentos que pode ser interessante para ambas as partes. Aos poucos vou comentando de forma positiva noutros blogs, mas sinceramente não me dá muito para isso e fico francamente com melhor opinião daquelas bloggers que me explicam os seus pontos de vista, em resposta aos meus comentários, mesmo sabendo que eu não mudarei de opinião nem elas. Mas podemos compreender-nos e aprender qualquer coisa num ponto de vista diferente.