28.4.16

Vícios :)


Estranho seria eu ir a Portugal e não trazer livros e cadernos (não tenho espaço para eles, mas isso é apenas um pequeno pormenor...)


27.4.16

Neuras meteorológicas

Enquanto estive de férias em Portugal, não apanhei um tempo fantástico mas não contava chegar a França e apanhar tanto frio. No domingo, aproveitei o facto da Mini-Tété ter acordado especialmente cedo (estamos a passar por uma fase que nem vos conto) para ir à procura de papas como as que se vendem em Portugal (esqueçam lá as papinhas com sabores a fruta que aqui só se vende papas com sabor a brioche, a madalenas, a biscoitos de baunilha com pepitas de chocolate, a caramelo...). Achei que estava frio e quando vi a temperatura que o carro marcava, percebi que não era apenas uma sensação. Acho que a temperatura mais alta que vi ao longo do dia foi 6°C. Enquanto isso, via no facebook a família e os amigos regozijarem-se com o fantástico dia de sol que pelos vistos esteve em Portugal. Ontem, terça-feira, mesmo antes de sair de casa lembrei-me de olhar pela janela para ver se chovia. E não chovia, senhores, nevava! Grandes flocos para nem haver dúvida. Por isso, estou de neura. Gosto tanto da Primavera e vim para um país onde ela nem existe....

26.4.16

Dicas #4

Falei aqui das coisas a levar para a sala de partos, e agora direi as coisas que levei para a estadia na maternidade com a Mini-Tété. Como referi, a lista fornecida pela maternidade era extremamente vaga em quantidades e por isso procurei muito pela net e vi as listas de amigas para me poder guiar um pouco. Seis meses depois, admito que já não me lembro de tudo, mas vou tentar ser o mais precisa possível. Levei apenas uma mala, com as minhas coisas a ocupar metade e as coisas da Mini-Tété na outra metade.

A minha mala para a Maternidade:

Para a Mini-Tété

- um gorro: eu tinha imensos em casa, de vários tamanhos e não fazia a mínima ideia de qual seria o tamanho que a Mini-Tété usaria, por isso levei vários diferentes e foi o melhor que fiz, pois os mais pequenos não lhe serviram mesmo. Não acho que o gorro seja das coisas que mais se suja por isso não é preciso estar constantemente a trocar. Acho que dois gorros do tamanho certo chegam para um bebé (dependerá também de quando tomam banho).

- bodies e pijamas: tal como para uma série de coisas, não acho que valha a pena atafulhar a mala de bodies e pijamas, como se não houvesse amanhã, principalmente se o pai ou outra pessoa puder ir a casa buscar mais se necessário. Não me lembro de quantos levei (tenho ideia que foram 4) mas sei que o Jack ainda lavou alguns e trouxe outros. Tudo dependerá muito do tipo de bebé que têm: um bebé que bolse sujará mais pijamas, um bebé que faça mais cocó arrisca-se a acidentes e sujará mais bodies.
Ouve-se e lê-se muito a dica de ter conjuntos em sacos individuais, muitas vezes marcados com "a minha primeira roupinha", " a minha segunda roupinha", etc, tendo cada saco um bodie, um pijama, meias, casaquinho e gorro. Pessoalmente, não acho que seja assim tão prático visto que se o bebé sujar o pijama, não vale a pena estar a trocar toda a roupa, e rapidamente os conjuntos ficam desorganizados. Vale mais a pena colocar os bodies todos juntos, os pijamas todos juntos, os gorros todos juntos, e ir tirando do monte/saco à medida que é necessária cada peça.

- uma manta: é uma mais-valia, sobretudo para embrulhar o bebé e acalmá-lo de forma a que este se sinta ainda apertadinho no útero e em segurança. 

- fraldas: mais uma vez depende do local onde se realiza o parto. No meu caso, não eram fornecidas fraldas e eu levei 20. Foram precisas mais já que a Mini-Tété sempre foi uma pequena cagona.

- Toalha de banho: aconselho duas.

- Gel de duche para bebé: embora constasse na lista, tivemos a sorte de haver na maternidade e de poder trazer para casa o frasquinho.

- Casacos e meias: dois casaquinhos e dois ou três pares de meias são mais do que suficientes. Em caso de necessidade, vai-se buscar mais.

- pente ou escova: para bebés carecas não há qualquer necessidade, mas a Mini-Tété é o exemplo de um bebé que nasceu cabeludo. Nunca comprámos pente mas a escova macia que adquirimos foi utilizada logo na maternidade.

- Fraldas de pano: tenho ideia de ter levado imensas e mal ter usado, se é que usei alguma. Não acho que seja daquelas coisas realmente essenciais (em casa sim, dou-lhes muito uso, mas não senti falta na maternidade talvez porque a Mini-Tété não bolsava na altura).

- Luvas: geralmente os bebés nascem com as unhas compridas mas suaves e não arranham. Quando a Mini-Tété começou a ter as unhas rijas o suficiente para se magoar, já estava numa idade em que não valia a pena colocar-lhe luvas, por isso foi algo que nunca usei.

- No dia da saída, o ovo de forma a poder ir no carro com toda a segurança.

Para mim:

- Produtos de toillete

- Camisas de dormir/ pijamas: basta fazer uma rápida pesquisa em fóruns para perceber que as camisas de dormir são as heroínas da maternidade e que os pijamas parecem ser os maus de fita, o que a mim me chateava visto ser menina que não aprecia camisas de dormir quando durmo fora de casa. Uma das razões mais usadas é que facilita o controlo dos pontos por parte dos médicos, coisa que nunca me convenceu pois se temos de retirar as cuecas, porque não se tira também as calças de pijama? Usei uma camisa de noite logo após o parto e mal pude tomar banho, passei a usar pijamas (com botões na zona do peito) e não me arrependo. Estive muitos mais confortável e penso que é daqueles pontos que cada mulher deve usar aquilo que prefere.

- Cuecas descartáveis: como referi, abomino tal coisa. Optei por comprar cuecas de algodão que não me apertassem e baratas, de forma a não chorar o dinheiro se as tivesse de deitar fora.

- Soutiens de amamentação e toda a parafernália de acessórios (conchas, discos, creme para os mamilos)

- Pensos: a maternidade fornecia pensos próprios para o pós-parto que eu acabei por trazer para casa para juntar aos meus. Não caiam no erro de usar os pensos habituais para a menstruação, uma vez que estes têm uma rede que se agarra aos pontos e os puxa, provocando dores. Nem toda a gente se dará mal com estes mas acredito que muitas meninas que sofrem com os pontos no pós-parto não usam os pensos correctos e nem sabem que é daí que vêm as dores. Eu caí nesse erro durante um dia e quase chorava de dores, e só quando voltei aos pensos próprios para o pós-parto (vendem-se em farmácias) é que percebi o porquê de nas aulas de parto nos chamarem tanto à atenção sobre este assunto.

- Roupa confortável para durante o dia: aqui dependerá de cada mulher, do conforto, das visitas que tem. Eu coloquei na mala umas calças de fato de treino e algumas t-shirts abertas à frente, mas sem perceber muito bem para quê. Acabei por as usar pois sentia-me mais confortável a receber as visitas com esta roupa descontraída do que de pijama.

- Toalhas de banho

- Comida: por acaso tive sorte e a comida na maternidade não era nada má, mas não deixa de ser bom ter alguns snacks. Os meus cunhados, na visita, trouxeram uma roupinha para a Mini-Tété e um saco de Schoko-bons da Kinder que nos foram sabendo bem durante o internamento. Umas barras de cereais também ajudam nas noites em que a bebé não dorme, por exemplo.Também tinha àgua à disposição mas na mala tinha levado na mesma uma garrafinha caso fosse preciso.

- Chinelos de quarto e chinelos de banho.

- Sacos de roupa suja tanto para o bebé como para a mãe.


25.4.16

Vaidoooosa #13


Voltei, voltei

Voltei das férias com as malas cheias e uma bebé de seis meses mais rabugenta do que nunca. As noites que sempre foram tão boas são agora interrompidas com a pequenita a choramingar, durante o dia mantém-se o queixume, dorme mal e come pior. Suponho que esteja algum dentito a chatear-lhe a vida (espero que seja isto e que passe quando o maldito nascer!) mas com isto tudo ainda tenho as malas de viagem por arrumar (voltei há 4 dias e elas ainda estão onde as pousámos....), a casa por arrumar e limpar, e uma bebé para consolar. Pobre blog, terá de esperar mais um pouco. :)  

8.4.16

Casa e cabeça em estado crítico

Faltam 3 dias para ir de férias e eu tenho a casa em tal estado e uma lista tão grande de coisas para fazer que cheira-me que domingo à noite vou estar a fazer exactamente aquilo que não queria: a fazer as malas em vez de estar a dormir.

7.4.16

A pele gosta, a carteira e o bom senso não :)


Tenho uma mini mini miniatura deste creme e adoro-o. Tem uma textura em gel, textura essa que prefiro sempre ao habituais cremes, e gosto mesmo da sensação que fica na pele. Mas o frasco em si é caro e eu não estou neste momento com disponibilidade financeira para comprar um (nem sei se algum dia terei porque custa-me gastar um balúrdio neste tipo de coisas por muito que goste delas), por isso ando a usar a minha mini mini miniatura com muito cuidado e sem desperdiçar nada para que ela não acabe rapidamente. 

6.4.16

Vaidooosa #12



E continuamos na onda dos vestidos, desta vez com tapa-fraldas a combinar com o interior do vestido. Fica tão mimosa. ♥

5.4.16

Afinal não vou viajar

Estive agora a ver a meteorologia para a semana e tenho-vos a dizer que vai estar melhor aqui do que em Portugal (são só uns graus a mais, mas faz toda a diferença).
Pronto, fico cá e poupo o trabalho de ter de fazer malas.

4.4.16

Não falar para não ouvir

Quando decidi não amamentar, decidi também que ninguém tinha nada a ver com isso e que me não me justificaria perante ninguém. Não queria conselhos, nem dicas, nem críticas nem perguntas de forma alguma, por isso, a razão foi apenas explicada aos mais próximos, ao círculo de pessoas que lidavam com a Mini-Tété mais frequentemente até porque havia a necessidade de lhes explicar o cuidado a ter na forma como se dava o biberão devido à pequenita não saber bem como o beber. Mas depois distraímo-nos e meses depois já dávamos por nós a explicar a situação a quem apenas víamos muito de vez em quando e raramente. E comecei a ouvir o que não queria. Acho que o que me fez atingir o limite foi terem tentado adicionar-me a um grupo de aconselhamento de amamentação, para que eu pudesse tirar as minhas dúvidas e insistirem que ainda seria possível regressar à amamentação fazendo um esforço. Mas eu nunca disse que queria fazer um esforço ou regressar à amamentação! E nesse dia disse ao Jack "Acabou-se! Não quero mais explicações sobre este assunto a ninguém!". A partir daí, quando alguém me via preparar o biberão ou simplesmente se lembrava de perguntar "Não amamenta?", a resposta era simples "Não". E o assunto morria ali, pelo menos para mim. Havia sempre quem insistisse "Ficou sem leite?", "Não", e pimbas, acabava-se o assunto. Reparei que a partir dos 3-4 meses a preparação de um biberão já não choca ninguém porque tenho a sensação que as pessoas depreendem que a mãe amamentou o bebé os primeiros 3 meses e que depois passou a biberão, o que parece que não é tão grave nem motivo de forca como alimentar a biberão desde o nascimento.

Estava portanto convencida que a fase das críticas alimentares alheias tinha terminado. Enganei-me. A Mini-Tété iniciou-se nas sopas e frutas há 15 dias e temos feito o esforço para que esta refeição sólida seja dada em casa, sem espectadores, de forma a não ouvirmos o queremos nem pedimos. Mas mesmo sem estarem presentes, as pessoas comentam. E comentam ainda mais quando caímos no erro estúpido de fornecer informação porque a) tendo informação, podem usá-la para criticar ainda mais coisas e b) assumem que se os pais dão informação é porque estão literalmente a pedir, a exigir até, a suplicar de joelhos que lhes sejam dados conselhos e críticas na maior dose possível.

O facto de estarmos em França moeu-nos um pouco a cabeça porque aqui a introdução aos sólidos é feita de forma diferente. Em Portugal começa-se por um puré de, por exemplo, batata, cenoura e cebola e depois vai-se acrescentando e substituindo legumes, com dias de intervalo para ver a reacção do bebé. Aqui inicia-se por um puré de apenas um legume (só cenoura, por exemplo), depois um puré de outro legume (só courgette, imaginemos) e apenas mais tarde iniciam as misturas de legumes. Nós optámos pela maneira portuguesa e eu esqueci-me completamente deste facto quando a semana passada dei por mim à conversa com uma francesa. Bom, fiquem a saber que toda a gente naquele estabelecimento me deve achar uma mãe terrível. Uma mãe que ousou dar à sua bebé purés com batata (sacrilégio!), cenoura (acho que esta passa), cebola (para a forca!), alho francês (devia ser queimada viva!), batata-doce (devia morrer a agonizar!) e mais uns quantos, enfim, toda uma série de venenos mascarados de legumes. Um horror de mãe que devia fazer apenas purés de um só legume, juntar (pouco) sal e especiarias (!!!) e um queijinho "A Vaca que ri" porque os bebés adoram o sabor que dá aos purés! Uma péssima mãe que se lembra de dar pêra e maçã cozidas quando devia dar apenas cruas! Melhor, devia dar daqueles boiões já feitos de super-mercado porque os bebés adoram aquilo (e pelos vistos sou mesmo má mãe quando disse que nem sequer temos desde boiões em casa)! E quando já toda eu estava vermelha e farta daquela conversa, fiquei a saber que não tenho salvação se não baptizar a Mini-Tété já este Verão. E saí dali furiosa, não com a francesa, mas comigo mesma porque se eu não tivesse dito o que damos a comer à Mini-Tété não teria ouvido tudo aquilo. Enquanto pais estamos sempre a aprender e eu tenho mesmo de aprender a estar calada. Ou então a mandar dois pares de berros para calar os outros.

3.4.16

1.4.16

Não amamentar

Pensei muitas vezes se deveria escrever este post ou não, uma vez que nem toda a minha vida é aqui relatada e este é daqueles assuntos em que facilmente caímos no erro de nos começarmos a justificar, o que é exactamente o oposto daquilo que pretendo. Por outro lado, acho que este tipo de testemunhos é sempre bem-vindo a quem passa pelo mesmo e precisa de sentir que não é a única a fazê-lo.

Como referi aqui, sou 100% a favor da amamentação, acho que os leites artificiais não dão ao bebé tudo o que o leite materno pode dar e acho que vale sempre a pena tentar amamentar. Mas acho também que a amamentação só faz bem ao bebé se a mãe também estiver bem, o que nem sempre acontece. Há um testemunho que leio recorrentemente nos fóruns que se refere a uma mãe que queria tanto amamentar o seu filho, recusando-se a dar leite artificial mesmo que a amamentação não estivesse de todo a correr bem, que o bebé acabou hospitalizado, sub-nutrido e desidratado. Radicalismos serão sempre radicalismos e nada de bom vem deles, seja para um lado ou para o outro.

Eu tinha a intenção de amamentar, li e reli tudo o que poderia existir sobre a pega correcta, a subida do leite, os cremes, as conchas, os protectores de silicone, as bombas, tudo, tudo, tudo. Se era para amamentar, eu queria ter a certeza que estava bem informada para poder fazer tudo bem, porque sabia que se algo corresse mal, eu desistiria. E sabia também que se decidisse mesmo desistir, a decisão seria tomada facilmente, pois o facto de dar leite artificial não era um problema na minha cabeça e o assunto ficaria resolvido.

E aí nasce a Mini-Tété. Amamentei-a e não achei assim um espectáculo imenso, não me apaixonei pelo acto, mas se ela comia e isso lhe fazia bem, então era para continuar. E por isso, até ao dia seguinte ao seu nascimento, eu estive convencida que a estava a amamentar. Só que não estava. A Mini-Tété colocava a língua encostada ao céu-da-boca, por cima do mamilo, por isso não mamava embora de fora tudo parecesse indicar que sim. Acabou por nos pregar um leve susto por não haver maneira de acordar de tão fraca que estava e acabou por lhe ser dado leite artificial por uma seringa, de modo a tivesse forças para voltar a tentar mamar. E não correu bem. Ela não fazia realmente uma pega correcta, o meu peito já estava todo amassado de tanto lhe pegarem, apertarem, posicionarem para ela mamar, afligia-me vê-la cheia de fome sem conseguir comer e cada vez que até conseguia eu sentia dores horríveis. No dia seguinte, eu já estava a dar em maluquinha e apercebi-me que mal respirava quando ela se mexia, com medo que ela acordasse e quisesse comer, porque eu não queria dar-lhe de mamar, não queria aquelas dores, aquele stress, aquele choro de fome. E foi aí que percebi que algo não estava bem: não era suposto eu não querer alimentar a minha filha, não era suposto eu ter medo que ela acordasse. E assim considerei a hipótese de passar a dar-lhe apenas leite artificial. E senti que era a pior mãe do mundo. Eu, que sempre tinha achado que se tivesse de tomar esta decisão o faria com uma perna às costas, dei por mim a chorar durante uma noite inteira por estar a decidir não amamentar a Mini-Tété. A culpa foi com certeza das hormonas que me fritaram o cérebro, consigo agora perceber, mas a culpa pela decisão que eu estava tomar era enorme. O Jack apoiava-me fosse qual fosse a decisão que eu tomasse, embora tenha sempre tornado claro que gostaria que a Mini-Tété fosse amamentada. Mas a minha decisão foi em frente e ainda bem. Com a biberão o filme era o mesmo, ela colocava a língua por cima da tetina, encostava-a ao céu da boca e não conseguia comer. Tínhamos de nos encher de paciência e ir tentando baixar a língua, sem a magoar, aproveitando cada oportunidade que ela nos dava. Aos 3 meses aprendeu finalmente a beber o biberão e o Jack disse-me "Gostaria que a tivesses amamentado mas hoje admito que fizeste bem em passar para o biberão. Teriam sido 3 meses a massacrar o peito e cheios de stress".

É engraçado que embora eu ache a amamentação bem mais simples e fácil do que andar a preparar biberões, a lavá-los e a esterilizá-los, dei muitas vezes por mim a preparar um biberão e a pensar "Deus me livre de andar a amamentar tanta vez. Dava em maluquinha". Por isso, acho que no fundo a amamentação não é para mim, embora continue a achar que entre o leite materno e o artificial, o primeiro é melhor para o bebé. Hoje não tenho qualquer arrependimento pela decisão que tomei, tenho noção que podia perfeitamente ter insistido e continuado a amamentar, mas acho que assim a Mini-Tété teve uma mãe paciente e mentalmente bem que lhe deu e dá o biberão sempre que precisa, coisa que dificilmente teria acontecido nos primeiros três meses se tivesse optado por amamentar.