O Jack doente, com febre, sempre a assoar-se e com ar de quem não dorme há 17 dias e de quem foi atropelado por um camião. Eu doente, com febre, com uma tosse horrível que não me deixa dormir e sempre a espirrar e a assoar-me. Ela, na boa, cheia de energia. Não percebo como é que ainda não ficou doente estando esta casa saturada de micróbios nossos, mas espero que não fique. E espero também que consigamos pôr-nos bons rapidamente porque isto de só ter vontade de ficar debaixo dos cobertores até curar a doença e ter uma bebé de 7 meses não é propriamente compatível e eu estou cansada...
30.5.16
27.5.16
Silêncio
Aquele momento em que nos perguntam porque não fazemos ou compramos determinada coisa para a Mini-Tété e sabemos que não podemos explicar que não queremos porque é um perigo ou porque não concordamos pois as pessoas em questão faziam/fazem isso com os filhos e corre-se o risco de acharem que os estamos a chamar de maus pais. É que invariavelmente quando o fazemos, somos atacados com uma série de explicações de como não há mal nenhum, quando a nossa decisão está mais do que tomada e nem sequer é motivo de discussão. Seria tudo tão mais simples se não houvesse este tipo de susceptibilidades, sobretudo porque a nós tanto nos faz o que os outros fazem com os próprios filhos (bom, se houver risco de vida para a criança, abrimos a excepção). Bah, não tenho paciência para competições parentais.
24.5.16
Vaidooosa #16
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23.5.16
Menti
A minha filha na verdade faz algo absolutamente espectacular: crescer. No dia em que ela nasceu, enviei uma fotografia aos meus pais que, estando numa festa desempenharam perfeitamente o seu papel de avós babados e a mostraram a toda a gente presente. A opinião foi unânime: parecia um bebé de um mês. E assim se tem mantido a crescer a olhos vistos, com a roupa a deixar de ser usada a uma velocidade estonteante. Tenho a sensação que sempre que alguém olha para a Mini-Tété e me pergunta a idade, acha que eu estou a mentir com todos os dentes e a roubar-lhe uns quantos meses. Já perdi a conta aos "ah" espantados que ouvi, seguidos de "A sério? É grande!". Portanto, vá, se eu quiser posso gabar-me que a cachopa é grande, que aos 6 meses veste roupa de 12 meses, que já reviro os olhos quando o Jack me diz "Hummm, acho que esta é a última vez que lhe vestimos isto....Fica curto/apertado" e que tenho um pequeno leitãozinho cá em casa. Mas não gabo. Porque invariavelmente olham para mim e comentam "É alta e gordinha como a mãe!". Mais vale estar calada.
Tenho uma bebé normal
Sempre achei que ia ser, infelizmente, aquele tipo de mãe que se gaba em alto e bom som de tudo o que o seu rebento faz primeiro. Imaginava-me já, de peito inchado, a dizer coisas como "A tua filha dorme oito horas seguidas? Ai, a minha dorme dez!", "A minha filha é super inteligente, é mesmo precoce!", "A minha com três meses já tentava dar os primeiros passos. O teu não???", "A minha quando nasceu até já sorria!" ou "A minha compreende tudo, tudo, tudo o que lhe digo! E tem cá uma personalidade!", enquanto mentalmente esfregaria as mãos de contente por a minha ser obviamente melhor que todos os outros bebés. Não que eu quisesse ser assim, eu abomino quem é assim, mas lá no fundo achava que depois do parto as hormonas deixariam atrás de si um cérebro queimado e que me transformaria neste tipo de mãe.
Depois a Mini-Tété nasceu e eu percebi que na verdade estava a lixar-me para isto tudo. Quero lá saber se a filha da vizinha do primeiro esquerdo bateu primeiro palminhas, quero lá saber se o filho da amiga do escritório disse primeiro mamã, quero cá saber se o primo Alfredo já come o dobro da quantidade e a prima Antonieta é uma bebé mais elegante. Quero lá saber se quando o bebé faz seis meses é suposto nascer um dente miraculosamente naquele dia senão já está atrasado. Quero lá saber se um bebé que não ande aos 12 meses é porque tem um qualquer problema. Sou uma pessoa inteligente e informada, que sabe que cada bebé tem o seu ritmo e no fundo apenas uma coisa me interessa: que a Mini-Tété seja um bebé feliz e que eu sinta que estou a fazer o melhor que posso o que inclui dar-lhe espaço e tempo).
Também ajudou o facto de a própria Mini-Tété se estar a lixar para isto tudo. É que mesmo que eu quisesse, ela não me deixa gabar de grande coisa. Por pura curiosidade, todos os meses pesquiso quais as rotinas (às vezes tiro algumas ideias) e gracinhas que os outros bebés fazem com a idade da Mini-Tété e descubro todos os meses que a Mini-Tété não segue nada as rotinas dos outros bebés (coisa que obviamente não me preocupa) e não faz nem um décimo das gracinhas que os outros fazem (preguiçoooooosa!). Vá, podia gabar-me que ela sempre dormiu bem (embora ressalvasse sempre que era mais mérito dela do que propriamente meu enquanto mãe) mas nem isso ela agora me deixa fazer com as suas noites agitadas (alguém explique à minha filha que não, 3h da manhã não é hora de conversar e que embora o despertador do pai toque às 4h30 da manhã, só ele se deve levantar e que eu e ela podemos e sobretudo devemos ficar na cama a dormir).
De resto, sou extremamente realista. A Mini-Tété não faz nada melhor que os outros bebés. É uma bebé absolutamente normal. Nem eu nem o Jack temos qualquer problema em, vendo um bebé mais desenvolvido que a Mini-Tété, assumir sem qualquer pena ou receio na voz que a nossa pequenina ainda não faz isto ou aquilo. E eu gosto de ser este tipo de mãe. E sobretudo gosto de ser este tipo de mãe com esta bebé tão absolutamente normal.
De resto, sou extremamente realista. A Mini-Tété não faz nada melhor que os outros bebés. É uma bebé absolutamente normal. Nem eu nem o Jack temos qualquer problema em, vendo um bebé mais desenvolvido que a Mini-Tété, assumir sem qualquer pena ou receio na voz que a nossa pequenina ainda não faz isto ou aquilo. E eu gosto de ser este tipo de mãe. E sobretudo gosto de ser este tipo de mãe com esta bebé tão absolutamente normal.
22.5.16
Li e não gostei
Não gostei do novo livro do Jodi Picoult. Sei que o livro não é mau mas há um conjunto de razões que me levaram a ler o livro com algum desapego e a sentir no fim uma grande desilusão. Em primeiro, a história roda à volta da decisão de desligar das máquinas alguém em estado vegetativo, havendo quem queira e havendo quem não o queira fazer, e neste ponto a Jodi Picoult não desilude uma vez que todos os seus livros têm sempre um tema polémico como base. Mas não gostei que tenham colocado na história um tão grande destaque aos lobos, principalmente porque o último livro lançado em Portugal tinha em grande destaque os elefantes, e isto fez-me ler todo este livro a pensar qual será o animal em destaque no próximo livro. Eu não leio os livros da Jodi Picoult para aprender sobre o comportamento animal e por isso facilmente dispensava esta parte. Em segundo, esperava um grande final, uma grande revelação, até porque o livro assim o vai prometendo, o desvendar de um segredo e depois o segredo é fraquinho e o fim também. Gosto de fechar um livro com saudades das personagens, com vontade de saber como continuará a ser a vida delas, com o sentimento de que acabei de ler uma grande história e não a sentir que não valeu a pena. Acho que há outros livros bem melhores da Jodi Picoult e este não o recomendarei de certeza.
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Livros que leio
21.5.16
Vaidooosa #15
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17.5.16
7 meses ♥
Os seis meses da Mini-Tété trouxeram uma série de novidades, algumas melhores do que outras e agora com 7 meses está uma giraça cada vez mais saída da casca.
Quando regressámos a casa, já com os 6 meses feitos, a Mini-Tété decidiu que durante uma semana ia dormir o pior possível, ou seja, durante a noite passaria a acordar de hora a hora e nas sestas de 10 em 10 minutos. Nem vos conto o aspecto com que eu andava, cheia de sono e sem tempo nenhum para fazer fosse o que fosse. Felizmente esta fase parece estar a passar e fora continuar a acordar a meio da noite uma ou outra vez e interromper também facilmente as sestas, já nos dá algum descanso. Admito que acho que não teria estofo para ser aquele tipo de mãe cujos bebés passam a noite acordar, acho que daria em louca e acho que quem é capaz de o fazer tem ali um segredinho bem guardado. Ou são melhores do eu nesse ponto, pronto. Também luta mais contra o sono e se antes em 15 minutos a punha a dormir a sesta, agora posso estar uma hora a tentar adormecê-la. Mas não desisto!
A malandra aprendeu igualmente a guinchar e passou a fazê-lo para nos chamar a atenção ou simplesmente porque acha graça. E eu estou tramada já que enquanto eu ponho um ar sério e lhe digo "não", o Jack parte-se a rir ao meu lado dando ainda mais força à menina do papá. Estou feita ao bife com estes dois.
Está cada vez mais desenvolvida, agarrando cada vez melhor os brinquedos, brincando alguns minutos sozinha no parque, ficando já sentada sem qualquer apoio. Está na fase gira de repetir constantemente ma-ma-ma-mã-ma-ma-mã-ma, o que me faz ter a certeza de que me derreterei completamente quando ela me chamar mamã intencionalmente pela primeira vez. E está mais exigente, querendo companhia, querendo conversa, querendo brincadeira (eis o motivo pelo qual passo agora aqui muito menos tempo). Come sopa ao almoço e ao jantar, come papas (portuguesas), fruta e iogurte, e se tem dias em que não está par aí muito virada, a maior parte do tempo é uma bebé de fácil alimento que se queixa apenas se demorarmos muito entre colheradas. E está enorme. Há dias em que olhamos os dois para ela e comentamos "Ela cresceu durante a noite, certo?". Desde os 6 meses que veste roupa para 12 meses, o que me obrigou a trocar toda a roupa que nos ofereceram para o Verão pelo tamanho 18 meses. Tenho tanta roupa gira no armário e a malandra mal a usa por crescer tão depressa.
E é preguiçosa, tão preguiçosa. Quanto menos puder fazer, melhor. Se antes agarrava o biberão, agora fica de boca aberta à espera que eu lho dê, se antes se virava perfeitamente de barriga para cima, agora prefere choramingar um pouco para ver se alguém a ajuda antes de fazer o esforço de se virar sozinha, entre tantos outros exemplos. Não me parece que vá sair daqui um daqueles bebés precoces que aos 10 meses já corre pela casa.
Fora tudo isto, está cada vez mais gira, com umas bochechas cada vez mais fofas, com sorrisos e gargalhadas de derreterem o coração e é um amor, o meu amor.
12.5.16
Escolher um carrinho!
Vamos a mais uma dica já que quando foi para comprar o carrinho da Mini-Tété fartei-me de procurar informação e sei bem como é agradável haver este tipo de posts disponível. Assim, quando chega a altura de comprar o carrinho para o bebé, há que ter vários pontos em consideração:
1. Decidir primeiro se se aposta num duo (carrinho + ovo) ou num trio (carrinho + ovo + alcofa). Facilmente encontrarão testemunhos de quem acha a alcofa essencial e de quem a acha absolutamente dispensável. No nosso caso, optámos por um trio uma vez que o tempo de um bebé no ovo deve ser limitado pois, para a coluna, o melhor é ele estar deitado e nesse caso a alcofa daria mais jeito para os passeios a pé. Foi sem dúvida uma visão um pouco romântica já que no primeiro mês não houve cá passeios para ninguém e depois entrámos no Inverno e então muito menos. Ainda assim a alcofa deu muito jeito para visitas a casa de familiares já que servia de cama à Mini-Tété enquanto nós jantávamos (até ao momento em que passou a dormir ao colo de qualquer pessoa) e sobretudo serviu de cama para os primeiros tempos. Optámos por não comprar um berço e sim escolher uma alcofa que tivesse um colchão confortável. Assim, a Mini-Teté adormecia na sala de dia e dormia no quarto de noite, sendo simplesmente levada de divisão em divisão na alcofa montada no carrinho (deu um jeitaço).
1. Decidir primeiro se se aposta num duo (carrinho + ovo) ou num trio (carrinho + ovo + alcofa). Facilmente encontrarão testemunhos de quem acha a alcofa essencial e de quem a acha absolutamente dispensável. No nosso caso, optámos por um trio uma vez que o tempo de um bebé no ovo deve ser limitado pois, para a coluna, o melhor é ele estar deitado e nesse caso a alcofa daria mais jeito para os passeios a pé. Foi sem dúvida uma visão um pouco romântica já que no primeiro mês não houve cá passeios para ninguém e depois entrámos no Inverno e então muito menos. Ainda assim a alcofa deu muito jeito para visitas a casa de familiares já que servia de cama à Mini-Tété enquanto nós jantávamos (até ao momento em que passou a dormir ao colo de qualquer pessoa) e sobretudo serviu de cama para os primeiros tempos. Optámos por não comprar um berço e sim escolher uma alcofa que tivesse um colchão confortável. Assim, a Mini-Teté adormecia na sala de dia e dormia no quarto de noite, sendo simplesmente levada de divisão em divisão na alcofa montada no carrinho (deu um jeitaço).
2. Fujam daqueles carrinhos em que a cadeira (o assento) não sai e o ovo é montado em cima da cadeira. É ridículo, uma vez que nos primeiros tempos o recém-nascido nem sequer anda na cadeira e esta tem de ir sempre agarrada ao chassis do carrinho, o que torna todo o conjunto mais pesado. Aqui em França gostam imenso deste tipo de carro, já que puxando a capota do ovo juntamente com a capota do carrinho, o bebé fica completamente fechado (e isso a mim causa-me uma aflição imensa mas aqui gostam. E se puderem cobrir tudo com um plástico anti-chuva, melhor ainda. Não sei como é que os recém-nascidos não abafam).
(Nããããooo)
3. E por falar em peso, vejam muito, muito, muito, muito bem o peso do carrinho e do ovo. Foi dos pontos a que fiz questão de dar grande importância, já que vivemos num primeiro andar sem elevador e eu sabia que eu fim de não sei quantas subidas e descidas de escadas com o carrinho e o ovo estaríamos a mal dizer cada grama extra. Por isso, fiz questão de procurar as opções mais leves dentro daquilo que pretendíamos. O Jack, que não entendia esta minha fixação, teve de dar o braço a torcer e acabou por dizer já depois da Mini-Tété ter nascido "Ainda bem que insististe em comprar um carrinho leve". Os ovos parecem sempre leves nas lojas mas não se esqueçam que vão ter um bebé lá dentro que engordará a olhos vistos. O nosso ovo, se não engano, pesa 3 quilos e qualquer coisa e juntamente com os quase 8 quilos da Mini-Tété neste momento, admito que já me vejo grega para subir com ele escadas acima. E não pensem que por viverem num prédio com elevador não terão de se preocupar com isso pois facilmente darão convosco em situações em que têm de levar o ovo na mão ou levar o carrinho fechado.
Um truque: o carrinho fica na mala do carro (ou na arrecadação, ou num vão de escada, caso tenham) e assim quando vou passear com a Mini-Tété, apenas tenho de subir e descer com o ovo.
4. Tamanho: há carrinhos muito giros, muito robustos, muito todo-o-terreno mas que quando fecham...quase que precisam de uma carrinha para que haja espaço suficiente para serem transportados. Vejam bem as dimensões da mala do vosso carro e se for possível experimentem colocar lá o carrinho fechado (há lojas que permitem fazê-lo). E não basta que o carrinho caiba na mala, dá também jeito que não ocupe a mala toda porque há sempre a o saco do bebé, sacos das compras e mais coisas que precisamos de conseguir meter na mala. Eu fiz questão de escolher um carrinho compacto, que não me ocupasse a mala toda. Ah, e não vão naquela conversa de que o carrinho cabe perfeitamente porque se tiram as rodas. Conseguem imaginar-vos a tirar e a pôr as rodas no carrinho sempre que vão sair?
5. As rodas do carrinho (a sério, Tété, rodas?). Para quem planeia fazer grande uso do carrinho, as rodas de plástico podem não ser as melhores amigas da calçada portuguesa visto que o carrinho (e o bebé) sentirá muito mais todos os movimentos, solavancos, altos e baixos. Há carrinhos com rodas insufláveis que amenizam este problema e dão um maior conforto ao bebé (mas pode ser necessário ir enchendo como se enchem as rodas das bicicletas). No nosso caso, o carrinho serve para passeios e não vivendo num país onde exista este tipo de calçada, as rodas de plástico servem sem problemas.
6. O cesto incluído no carrinho deve ser de fácil acesso e espaçoso para se poder colocar o saco do bebé, uma manta ou algumas compras que não dêem jeito serem levadas na mão.
7. A pega do carrinho: escolham, se possível, carrinhos com uma pega única em vez de duas, pois no caso de ser apenas uma é possível conduzir o carrinho com apenas uma mão (o que acreditem que dá muito jeito. Quando vou às compras com a Mini-Tété empurro o carrinho com uma mão e na outra carrego o saco onde vou colocando o que quero comprar).
10.5.16
♥ 2 anos ♥
De mão dada. Sempre.
Nos bons momentos. Nos maus momentos.
Nos dias felizes. Nas fases chatas.
A rir. Ou em silêncio.
A sorrir. Ou amuados.
Mas de mão dada. Sempre.
6 meses :)
Não tarda, a Mini-Tété faz 7 meses e eu ainda estou para escrever aqui sobre os seus 6 meses feitos quando estivemos de férias em Portugal. Aos seis meses a Mini-Tété já se virava de barriga para cima (e já que odeia estar de barriga para baixo, não está muito interessada em aprender a virar-se para se colocar nesta posição), começou a conseguir estar entretida a brincar alguns minutos, segurando os brinquedos e metendo-os, invariavelmente, na boca. Comia razoavelmente bem a sopa e a papa (temos direito a uma birra de vez em quando mas achando isso natural o stress não é grande) mas o hábito de levar as mãos à boca e depois coçar as orelhas, a cabeça ou esfregar os olhos, não dá um resultado muito bonito e limpinho. Continua a ser a menina do papá, derrete-se toda quando olha para ele ao ponto de os meus pais comentarem via skype "O Jack entrou na sala, não entrou?" tal é o brilho que se acende nos olhos da Mini-Tété. É uma bebé calminha, com uma necessidade enorme de dormir (deixem-na dormir todas as horas que ela precisa, de noite e de dia, e é uma bebé feliz. Não a deixem dormir e é um pequeno diabo à solta) e muito sorridente. :) Dizem que aos seis meses os bebés despertam para o mundo e nós realmente estamos a notar grandes mudanças neste pequeno e gordinho ser mas sobre isso falarei mais tarde (sim, é ela a causadora da minha ausência no blog). :)
6.5.16
Meninas do papá e meninos da mamã
Durante as férias em Portugal, estivemos com amigos que têm, também eles, bebés mas um pouco mais velhos que a Mini-Tété.
Na casa de uns amigos, o Jack pegou no bebé da nossa amiga e esta pegou na Mini-Tété. Os bebés olharam um para o outro, olharam para quem os segurava, e o berreiro foi iniciado e só finalizado quando voltaram para os braços certos: ele para os braços da sua mamã e a Mini-Tété para os braços do Jack (uma verdadeira menina do papá). Mais tarde, o nosso amigo pegou na Mini-Tété ao colo e ficámos todos à espera da reacção do bebé ao ver o pai com uma bebé nos braços. Não ligou. O pai podia, a mãe é que não.
Em casa de outros amigos, a mãe pega na Mini-Tété e 30 segundos depois, o filho berrava cheio de ciúmes. Minutos mais tarde, o pai pegava na Mini-Tété e do pequenito nem sinal. O pai podia, a mãe não.
Uma menina do papá e dois meninos da mamã, não haja qualquer dúvida. :)
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