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30.5.14

Little Details #6 - Os brincos

Os brincos foram oferta da madrinha de casamento e já sabia mais ou menos o que queria. Quando fui pela primeira vez experimentar vestidos levava por acaso uns brincos metálicos que achei perfeitos para o vestido escolhido. Não sendo parva, da segunda vez que fui experimentá-lo levei umas pequenas pérolas para ver como ficavam e achei que o resultado não era o mesmo. Estava então decidido: queria uns brincos em metal, com um tamanho parecido com aqueles que tinha e um formato não muito diferente também. Caso não encontrasse nada que me agradasse, então levaria aqueles mesmo (não dizem que dá sorte levar uma coisa velha?). Entretanto lembrei-me exactamente do tipo de brincos que gostaria de levar: uns brincos-rainha ou uns corações-de-viana, e já nada me fazia mudar de ideias. Estava tão apaixonada por estas peças que ao entrar numa ourivesaria com o Jack para ver alianças, nem liguei nenhuma aos anéis e perdi-me simplesmente a olhar para os brincos expostos. Tinha encontrado o que queria. Trouxe os brincos-rainha para mim e os corações-de-viana para usar no casamento. Não levei mais jóias a não ser o anel de noivado na mão direita (que depois de colocada a aliança, passei para a mão esquerda). E agora olhando para as fotografias, acho que realmente a regra "menos é mais" tem toda a razão de ser e não fez falta nenhuma qualquer outra peça de joalharia.




29.5.14

Little Details #5 - O bouquet

Há noivas que sonham com o bouquet perfeito, com o sítio onde cada flor estará colocada e para que lado apontará cada folha, mas eu tinha poucos requisitos para o meu bouquet e deixei muito nas mãos da florista. Para mim, o bouquet tem de ser algo bonito e bem feito pois acompanha a noiva, mas no fundo não passa de um bouquet e eu recusei-me a dar-lhe mais importância do que aquela que acho que se deve dar a um punhado bonito e arranjado de flores e folhas. Quando a florista me perguntou que flores é que eu queria, eu disse apenas que queria flores pequenas e brancas. Insistiu em saber o tipo de flores e eu que não tenho jeito para a botânica e nunca me interessei nada por flores, insisti que queria flores pequenas e brancas e ela, com a sua experiência, que decidisse quais as flores certas a usar. Enviei-lhe mais tarde uma imagem de um bouquet que tinha visto e que tinha gostado, só para ela saber mais ou menos o meu gosto. Também não queria um pé muito grande, queria que tivesse o tamanho certo para lhe pegar e que este fosse rodeado com tecido que sobrasse do vestido. Por fim, queria que lhe fosse colocada a medalha também comprada na Molde com a nossa data de casamento e os nossos nomes. E quando o vi o bouquet, confesso que gostei muito do resultado. :)


Na florista pedi também para fazerem a flor que o noivo levaria na lapela e um bouquet igual ao meu mas em ponto mais pequeno para oferecer à madrinha de casamento, com uma medalha também.


28.5.14

Little Details #4 - O noivo

E porque hoje o dia é dele, o post do casamento também terá como estrela a outra metade importante da nossa cerimónia: o noivo. O Jack fez questão de manter o seu fato em segredo uma vez que eu fazia o mesmo com o meu vestido. Dizia ele que queria que eu me apaixonasse um bocadinho mais por ele quando o visse vestido de noivo, da mesma forma que ele se apaixonaria quando me visse vestida de branco. Hesitante, ainda me perguntou se eu queria vê-lo até porque não é uma tradição que muitos noivos sigam e eu confesso que tinha muita vontade de ir com ele escolher e ter a certeza que ele fazia a compra certa. É que ele é homem com muito bom gosto no que toca a fatiotas e jóias para mim, mas fazer compras para ele mesmo pode às vezes ser uma experiência ligeiramente desastrosa. Mas vi-o com tanta vontade de fazer uma surpresa que aceitei ficar em casa, enviando apenas uma mensagem com as regras: nada de fatos brancos, castanhos ou muito brilhantes. Um fato cinza escuro, preto ou azul escuro agradar-me-ia sem problemas, e a escolher gravata que escolhesse uma azul clara pois acho que fica bem em homens de olhos azuis (aliás, esta minha opinião é tão conhecida que o meu irmão, o meu pai e o pai do Jack, todos de olhos azuis, foram de fato azul escuro e gravata azul clara =P). Não vi o fato mas o Jack não é bom a esconder-me segredos e em pouco tempo, mesmo através de conversas que ouvi, já sabia que fato era preto, casaco cintado e ia levar laço. Os sapatos e os botões de punho foram escolhidos comigo, e mesmo tentando imaginar como estaria ele, a verdade é que quando o vi, apaixonei-me mesmo mais um bocadinho. Estava sem dúvida um noivo elegante e giro, mas tão giro que cada vez que vejo as fotos me apetece novamente casar com ele. E fez-me também a surpresa de colocar um dos relógios oferecidos por mim. Não podia estar melhor. :)


27.5.14

Little Details #3 - As sabrinas

Eu queria casar de sabrinas. Eu não queria por nada usar saltos no dia do meu casamento, nem que fosse apenas na igreja, como me chegaram a sugerir. Queria poder sentir-me confortável, não queria dores nos pés, não queria ter medo de torcer um pé, de tropeçar ou parece uma tolinha a andar a caminho do altar. Não queria estar mais alta que o noivo nas fotografias, não queria que o vestido ficasse depois demasiado comprido quando descesse dos saltos para umas sabrinas, não queria saber do que é que os outros acham melhor. Eu queria casar de sabrinas. E casei. :)

A vantagem das sabrinas, até porque eu queria umas simples, é que se encontram facilmente e não é necessário gastar muito dinheiro. A minha mãe receava que este ano não fosse moda as sabrinas brancas e que eu não encontrasse nenhumas a meu gosto. E eu confesso que para um par de sabrinas que raras vezes se veriam por causa do vestido não estava nada preocupada. Em Dezembro, quando escolhi o vestido encontrei umas sabrinas que achei perfeitas, mas havia apenas o 41 e todos os outros números estavam esgotados. Talvez na nova colecção, disseram, e eu decidi aguardar, embora tivesse comprado um par de sabrinas prateadas baratinho como plano B, caso os receios da minha mãe se viessem a concretizar. Felizmente, não foi esse o caso e as sabrinas apareceram com a nova colecção. Na H&M, 15€. Como o preço aqui em França era igual, não arrisquei e comprei-as logo. E posso dizer dizer que podem ter sido uns sapatinhos de noiva baratinhos, sem salto, mas que me senti confortável e linda o dia todo, e não os trocava por outros por nada neste mundo. :)




26.5.14

Ahahaha

Tio - Gostei muito do teu momento de emoção no casamento e de como pediste graciosamente um lenço à tua mãe.
Eu - Aaaa...desculpa informar-te mas na verdade eu estava a começar a ter um ataque de alergia e pedi um lenço porque o nariz ia começar a pingar....
Tio - Bolas.

Qual emoção, qual quê. Eu estava era ver se não começava a espirrar sem parar enquanto o padre falava. :D

Little Details #2 - Os convites

Como já aqui referi, os convites foram feitos pela Wedding Molde Design e são a nossa cara. Desde cedo que nos perdemos pela ideia de ter uma foto nossa no convite, e acabámos por encontrar um modelo que imitava um postal. De um lado, a nossa fotografia, e do outro, as informações sobre a data, hora e local do casamento. Na ideia original das Joanas, o espaço que nos postais costuma servir para escrever a morada do destinatário era usado para colocar os contactos dos noivos, mas nós pedimos-lhes que mantivessem esse espaço livre de forma a poder escrever uma mensagem personalizada a casa convidado. O selo, e uns autocolantes que mandámos fazer, tinham como desenho os noivos, desenhados à nossa imagem, e com a noiva usando uma réplica do meu vestido, algo que o noivo nunca adivinhou e que só soube no dia do casamento. :)





23.5.14

Little Details #1 - Os fotógrafos!

Quem foi seguindo a fase de noivado aqui no blogue sabe que aquilo que mais me causou cabelos brancos foi a busca pelo fotógrafo certo. Nem a quinta que cancelou a três meses do casamento me trouxe tanta inquietação durante tantos dias seguidos. Ao todo, contactei cerca de 30 fotógrafos, só para verem como me preocupei com este aspecto. Tínhamos decidido desde logo que queríamos que o casamento fosse filmado, para além de fotografado, o que nos obrigava a ter em consideração a qualidade, não só das fotos, como dos vídeos apresentados. Não gosto de ouvir de dizer que a fotografia é o mais importante do casamento por ser apenas o que resta do dia pois isso tira a importância do dia que é. Tenho a convicção que há casamentos espectaculares e que ficarão na memória dos noivos para sempre, mesmo sem fotógrafos a registar o momento. Mas eu queria fotografias do meu casamento e queria boas fotografias, pelo que a contratação de um bom profissional era o mínimo. 

Lembro-me bem do momento em que chegámos aos quatro finalistas, numa tabela feita por mim com comparação dos preços, das ofertas, do tamanho das fotografias, do preço vendido aos convidados, tudo. Revimos todos os sites novamente, todas as respostas dadas aos e-mails, e chegámos aos dois finalistas. A Lugares e Momentos acabou por ser a escolhida, não só pelo trabalho que víamos no site como também pelas críticas positivas que líamos na net. Fui uma chata, admito. Acho que não houve nada que a Ana e o Alexandre não me tivessem dito que eu não tivesse pedido uma melhor explicação, ou um exemplo, ou feito uma contra-proposta. Foram 34 e-mails trocados até ao dia do casamento, o que mostra bem a paciência que tiveram comigo. Obviamente que o facto de serem rápidos a responder aos e-mails ajudou e muito na decisão porque eu não tenho paciência para esperas insuportáveis de respostas por parte de quem vai ser contratado. 

Infelizmente, não nos conseguimos encontrar antes do casamento e confesso que tive ali dois minutos de preocupação a pensar que seria esquisito no dia encontrar pessoas que nunca tinha visto mais gordas. E se não as reconhecesse? Pior, e se eles não me reconhecessem? E se não houvesse empatia? E se tivessem um ar desagradável e amuado? É um risco contratar fotógrafos que só verão no dia do casamento, isso sem dúvida. Mas o meu pai, já na igreja, ligou-me a dizer "Os fotógrafos já cá estão!". Ufa, menos mal, a parte do reconhecimento estava feita e estava assegurado que eles não andavam a fotografar outra noiva qualquer. E lembro-me bem de quando saí do carro e comecei a subir as escadas, o Alexandre ter dito o meu nome, o que me fez olhar para ele e vê-lo com um sorriso. E quaisquer dúvidas se dissiparam: ia tudo correr bem, eles eram mesmo simpáticos e iam fazer um bom trabalho. E fizeram, agora que vejo as fotos, sem qualquer dúvida que fizeram. Eu e o Jack não somos de fazer poses, mas eles lá conseguiram que fizéssemos algumas (tem de ser, porque se não paramos quietos não há fotógrafo que se amanhe) e o resultado valeu a pena. E agradeço a todos os santinhos terem-se revelado o tipo de fotógrafo que eu queria mesmo e nada de pedidos estranhos como "Agora a noiva deitada no capot do carro!" ou "O noivo a fingir que sobe o muro como se estivesse a fugir!" ou, como eu já vi, "A noiva a enfiar o noivo na mala do carro!". Ufa, fotógrafos normais para noivos normais, era mesmo o que eu queria. Chegados a França, apercebi-me que nunca tinha perguntado na nossa trintena de e-mails quando é que teríamos as fotografias do casamento. Estava a apontar para daqui a umas semanas receber novidades, por isso bem podem imaginar o meu espanto quando recebo um e-mail a dizer que estava tudo pronto e que o link já estava disponível. Epah, gente despachada e trabalhadora que não me obrigaram estar um ano à espera das fotos. :) São bons, a sério que são. :)

Algumas das fotos que apresentarei aqui são deles, e estarão devidamente assinaladas. E sem dúvida que vamos mesmo ficar com boas recordações deste dia. :)

22.5.14

O dia

O dia do casamento não podia ter corrido melhor. Uma vez que tínhamos o casamento marcado para a tarde, cheguei a pensar, depois de muito ter lido e ouvido que o dia passa a correr e que quanto mais cedo melhor, se chegaria ao fim com a ideia de ter sabido a pouco. E posso afirmar que não estou nada arrependida de ter casado às 15h, que apreciei cada momento da cerimónia, da refeição, da dança, do corte do bolo, da entrega das lembranças, das fotografias, e que não achei que o dia tivesse nem passado demasiado devagar nem demasiado depressa. No dia seguinte ouvi: "o vosso casamento seguiu mesmo ao vosso ritmo, não seguiu?". Seguiu sim. Recusámo-nos a ter hora combinada para cada momento, cada prato, cada passo, e durante a própria festa fui perguntando ao responsável pelo cattering qual seria a melhor altura para dar uma volta pelas mesas, para cortar o bolo, etc, e ele foi respondendo, mas sem qualquer pressão para que cada etapa se realizasse naquela altura específica. A minha mãe comentou mais tarde comigo que esteve para me ir perguntar se não seria melhor abrir a dança, mas viu-me a mim na cusquisse com as amigas e o Jack na converseta com os primos, e decidiu simplesmente que não valia mesmo a pena impor-nos um horário. E acho que assim correu tudo sobre rodas, sem preocupações e constantes olhares para o relógio.

A comida estava óptima e posso de facto afirmá-lo pois comi a entrada, a sopa e o prato de peixe (aquela ideia de que os noivos mal comem é a gozar, certo?). Passei a carne por não ser dos meus pratos favoritos e entretive-me mais nessa altura a passear pelas mesas. E esqueci-me completamente do buffet, para minha grande infelicidade que não paro de ouvir falar da qualidade da fruta e das sobremesas. Mas ainda tenho uma foto minha a comer um caldo verde já com a sala completamente vazia. =P

A nossa única pequena preocupação era a parte da dança: o facto de não termos contratado nenhum serviço poderia fazer com que a coisa não corresse muito bem. Mas também já tínhamos decidido que se ninguém dançasse, não haveria problema pois o buffet já estaria disponível e seria mais tempo disponível para a conversa com os convidados. O facto de o casamento ser à tarde também tinha como consequência não haver uma pausa de várias horas (como há nalguns casamentos) só para a dança, tal como queríamos. Acabou por se encher a pista de dança, dançou-se até todos estarem com vontade de parar, e cortou-se o bolo logo a seguir. Não podia ter corrido melhor. :)

O dia foi realmente muito bom e tal como tínhamos sonhado. Gostei do dia, apreciei cada momento e se pudesse voltava a viver o dia minuto a minuto, sem mudar nada. E o facto de estar rodeada apenas das pessoas de quem gosto mesmo tornou aquele dia ainda mais especial. E a cereja no topo do bolo foi...ele, claro. O melhor noivo do mundo e agora, meu marido. :)

Os meus nervos

Eu tive um momento de nervos também. Uma único, que durou para aí uns três minutos e que me fez tremer como varas verdes e fazer um esforço para não desatar a chorar. Depois de já quase toda a gente despachada, olhei para o relógio e apercebi-me que tinha mesmo de me vestir senão chegava atrasada. E vai de começar a vestir com ajuda da minha mãe e sei lá porquê achei que o vestido não ia fechar. Não havia nada que me fizesse levar  a pensar isso, mas os nervos das horas, de uns minutos antes ter sabido que o Jack já estava pronto, de esperar que ele gostasse do vestido, olhem, não sei, tive um ataque de nervos. Lá me deram um copo de água, lá respirei fundo, lá chamei parva a mim mesma várias vezes, e lá acabei de me vestir. De resto não voltei a sentir nervos nenhuns, nem à entrada da igreja, nem na troca das alianças, nada....Estava apenas feliz. :)

Ahah, apanhado :)

Tinha já perguntado várias vezes ao Jack se ele estava nervoso no dia do casamento. Disse-me sempre que não.
Hoje em conversa com a mãe dele, a senhora desabafa "E ele, sempre tão calmo e sereno, a sorrir, teve ali um momento de nervosismo. Eu que o conheço bem lhe vi os sinais, mesmo com ele a tentar disfarçar".

Afinal.....:)

21.5.14

Estou histérica

Já tenho as fotos do casamento. :D

Antes do grande dia

A semana anterior ao casamento foi calma. Já tinha tudo tratado, faltando apenas mais uma prova do vestido e ir depois buscar o dito à loja. Na quarta-feira já o tinha em casa e estava finalmente a começar a ficar ansiosa pois já estava pronta para casar e nem o Jack chegava a Portugal nem o dia de sábado se aproximava. Quinta-feira foi dedicada à companhia do noivo e da família, entretanto já por terras portuguesas, a comprar os botões de punho que lhe faltavam, a cortar o cabelo, a mostrar as prendas que já tínhamos recebido, a mostrar tudo o que tinha sido encomendado e recebido em casa dos meus pais e que nós apenas tínhamos visto por skype. Na sexta, fui finalmente para a terra onde decidimos casar, já com os nervos a apoderar-se dos meus pais, e foi dia também de ir à quinta deixar as ementas, os marcadores de mesa, o topo do bolo, e todas as aquelas coisas que tínhamos sido nós a tratar. Eu estava calma, calmíssima, organizada, sem stress e pelas oito do noite já cabeceava de sono. Aguentei-me até à meia-noite e qualquer coisa, altura em que me deitei, tentei adormecer e...nada. Após duas semanas a dormir que nem uma pedra, tinha finalmente uma noite de insónia e logo na véspera do casamento. Para cúmulo, uma vez que andava a dormir tão bem, tinha-me esquecido de trazer comigo os comprimidos que me ajudam a adormecer. Juro que foi uma noite de tortura, primeiro comigo despertíssima sem qualquer sono, depois já exausta e a querer mesmo adormecer. Não me sentia nada nervosa com o casamento, mas sei que entrei naquele ciclo vicioso do "Não consigo adormecer - Estou a ficar nervosa porque vou dormir pouquíssimo - Como estou nervosa não consigo adormecer - Como não adormeço, fico nervosa pois vou dormir pouquíssimo - E como estou nervosa, não adormeço - etc". Às seis da manhã ainda troquei umas mensagens com a minha mãe que tinha acordado às 5h00 da manhã e não conseguia voltar a dormir (está-se mesmo a ver a quem é que eu saio, certo?), vi o dia nascer, ouvi o galo cantar e finalmente pelas 7h da manhã adormeci. Graças a Deus que optámos por casar à tarde, porque se eu tivesse de casar às 10h, não tinha pregado olho. Assim, ainda dormi duas horitas, antes do despertador tocar e finalmente o dia começar.

20.5.14

Epah, e eu gosto mesmo dela!

Vou fazer batota, admito. O primeiro texto sobre o casamento não é da minha autoria, mas sim de uma grande amiga que lá esteve e que tem um jeitinho para as palavras como só ela poderia ter. Leiam, leiam e vejam lá se percebem porque razão me armei em piegas quando o li e me vieram as lágrimas aos olhos (com o Jack ao meu lado a dizer "Vou contar à Joana que choraste! Vou contar à Joana que choraste!". Queixinhas, pah).










9.5.14

É já amanhã!


O meu ponto de vista

Isto de casar desempregada tem muito que se lhe diga. Um só ordenado, por muito bom que seja, a entrar em casa, com um crédito de um apartamento e contas por pagar, não deixa muito espaço a grandes poupanças. O passo para o noivado foi muito pensado, foram feitas muitas contas e acho que posso dizer que com jeitinho uma pessoa até casa com pouco dinheiro. No fundo depende muito do tipo de festa que se quer. Eu sei que com as nossas posses não me posso dar ao luxo de ter um casamento de princesa, num castelo, com 500 convidados, uma festa de três dias e os melhores profissionais do mundo a trabalhar para mim. Mas queríamos mesmo casar, queríamos mesmo dar este passo, e por isso preferimos fazê-lo mesmo com uma festa mais pequena, mesmo cortando com algumas coisas. E se tivéssemos mesmo pouco ou nenhum dinheiro, já tínhamos pensado casar apenas com os pais e os avós presentes. Se era o tipo de casamento com que sonhávamos? Não, não era. Se ia ser um dia infeliz? Não. O dia de casamento é o dia dos noivos, a celebração do seu amor, e cabe aos noivos estarem felizes naquele dia. Claro que se os noivos acharem que o casamento só faz sentido com uma grande festa têm todo o direito a adiar ou prescindir deste passo se não o puderem concretizar. Para nós, o importante foi perceber que o facto de a minha situação profissional estar parada não significava que a vida pessoal tinha de ir pelo mesmo caminho, e que se era importante este passo, então dá-lo-íamos conforme as posses disponíveis. Nós cortámos nalgumas coisas (que muito provavelmente nunca seriam cortadas por outros noivos), não será de todo um casamento luxuoso, mas é o nosso casamento. E se isto não é o suficiente para ser um dia feliz, então não sei o que raio é importante nesta vida. :)

8.5.14

Depois tiro fotografias :)

Estou apaixonada pelas primeiras prendas de casamento que já nos vieram parar às mãos. Somos uns sortudos. :)

E o que nos rimos depois....

Comentava eu ontem com a minha mãe que queria trazer o Jack cá a casa para lhe mostrar as coisas que comprámos e fizemos para o casamento. A resposta da minha mãe foi automática:
- Tudo bem, mas não o leves para o teu quarto.
Fiquei sem pinga de sangue. Mas se é no quarto que está tudo porque não poderia lá eu levar o meu noivo? Abri a boca, incrédula. A minha mãe, nada dada a proibições destas, estava a proibir-me de levar o homem com quem vou casar para o meu quarto para lhe mostrar as coisas do nosso casamento? Teria eu de lhe explicar que já tenho quase 30 anos? Que já vivemos juntos? Que não sou propriamente uma menina inocente? E que ainda por cima ia apenas e só mostrar-lhe as coisas do casamento? Nem queria acreditar em tal coisa. Juro, que fiquei mesmo chocada e nem consegui dizer uma palavra que fosse. Quando finalmente o choque abrandou ligeiramente, apenas o suficiente para me virar para ela e tentar perceber o que se estava a passar, ela diz:
- É que tens lá o vestido de noiva....

Ups.

7.5.14

Como fazer dieta

Regressar a casa dos pais a quinze dias do casamento, e ter uma mãe disposta a fazer com que o vestido assente bem na filha, servindo-lhe sempre comida saudável e não tendo em casa nenhuma tentação. Ainda nem sequer fui aos meus restaurantes favoritos. Numa semana e meia, já foram dois quilos.

(Vem depressa Jack, quero ir jantar fora contigo!)

5.5.14

:D


Segunda prova do vestido feita! Daqui a uns dias já o irei buscar!

4.5.14

:)

Ainda em relação ao número de convidados acho fascinante que no meio de tantas aceitações, recusas e indecisões, se esperem nada mais nada menos que o mesmo número de convidados da noiva que do noivo. Se todos aparecerem mesmo e não houver qualquer imprevisto, poderemos afirmar que 50% dos convidados serão da família ou amigos da noiva, e 50% da família ou amigos do noivo. Se tivéssemos planeado isto, não teríamos conseguido.