30.11.16

Coincidências :D

A mãe do Jack faz parte daquele grupo de pessoas que partilha, no facebook, frases e imagens com que se identifica. Geralmente são até bastante relacionadas com a fase que está a viver no momento. Bom, amanhã Mini-Tété vai ficar um bocado com os avós pois tenho uma consulta e por isso há coisa de duas horas enviei uma mensagem à minha sogra para ultimar alguns pormenores e perguntando-lhe se estava de acordo. Não recebi qualquer resposta e agora dei um saltinho ao facebook e vejo que partilhou a seguinte frase:

"Deus ensinou-me que o silêncio também é resposta".

Ora bolas, espero que esta não seja para mim. :P

22.11.16

E eu não mereço.

Metade do prédio estava para alugar e os que cá vivem estavam mais do que satisfeitos com isto já que A Besta (proprietário dos apartamentos em questão) nunca escolhe famílias calmas, mas sim barulhentas, cheias de filhos, muitas vezes com problemas com a polícia. Este prédio estava um sossego, uma calma, uma paz. 
Esta semana chegaram novos inquilinos e ontem já passava da meia-noite quando nos tocaram à campainha do prédio perguntando se lhes abríamos a porta porque achavam que se tinham esquecido da chave de acesso ao prédio no interior do apartamento. 
Sinto que a calma acabou.

18.11.16

Queixas-te, queixas-te, queixas-te, mas a maternidade não tem nada de bom?

Claro que tem!
Já tenho saudades de a ter recém-nascida a dormir ao meu colo, sentir-lhe o peso quente do corpo, estudar-lhe o comprimento das pestanas, dos dedos, o formato da boca, das bochechas. Oh, ter um recém-nascido adormecido nos braços é das melhores coisas de todo o mundo.
É indescritível a sensação que temos quando por vezes basta um gesto nosso ou uma palavra de carinho para acalmar um pesadelo. Sentimos que somos as super-mães!
E é maravilhoso vê-la a descobrir o mundo. E o ar feliz quando consegue uma nova proeza como se naquele instante nada a conseguisse deter.
E acho muita piada a esta fase de imitação pela qual ela está a passar e de como se tenta pentear a ela mesma com a escova ou quando me penteia a mim. E quando me tenta ajudar, dando-me as meias molhadas para as pendurar no estendal.
É giro ensinar gracinhas e vê-la a aprender. Quase que conseguimos visualizar o cérebro em branco a ficar preenchido com cada vez mais informação.
Não deixo de lhe achar uma certa piada ao vê-la testar alguns limites, desconfiada se algo lhe vai acontecer ou se vou deixar passar.
É maravilhoso ouvi-la a dizer as primeiras palavras. E a repetir sem sentido outras tantas.
E continuo a adorar vê-la dormir. Não fosse o sono no dia seguinte, acho que era menina para passar uma noite inteira a observá-la a dormir. 
As caretas são uma máximo, o palrar é fofo, a maneira como agarra cada vez melhor as coisas é uma espectáculo. Bom, na verdade, qualquer aquisição de competências é um espectáculo. É aquela história do cérebro a ser preenchido que a mim tanto me fascina.
Eu até gostava de falar de como é bom receber beijinhos lambuzados e abraços apertadinhos mas ainda estamos longe dessa fase porque tenho uma filha pouco dada a contacto físico. Gosta de estar colo mas se ainda assim lhe tocar o menos possível, melhor.
Mas gosto das turrinhas que dá, da maneira como me vira a cara para me ver as orelhas, da maneira como estranha o meu cabelo molhado.
Gosto quando ficamos as duas, cada uma na sua cama, a olhar-nos nos olhos. Em recém-nascida as trocas de olhares eram com o pai mas agora já tenho direito também.
Adoro vê-la no banho e fiz questão de a ensinar a chapinhar, mesmo que isso agora signifique ficar com o chão todo molhado. E recuso-me a ralhar com ela (afinal de contas fui eu que a ensinei) pois se não chapinharmos quando somos crianças, quando é que o fazemos?
Eu sei que todos os pais acham os seus bebés os mais bonitos do mundo e eu não serei a excepção que confirma a regra e sim, acho que a minha filha é liiiiinda. É avassalador olhar para ela e pensar que fui e o Jack que a fizemos, tão perfeitinha, tão bonita.
E mais fascinante do que a ver a descobrir o próprio corpo, é a forma como descobre o meu. Como me mexe nas mãos, como me carrega nas bochechas (e nos olhos, coisa que tento evitar), como me mexe nas orelhas (e tenta enfiar o dedo no meu nariz, enfim), como me tenta abrir a boca e fica fascinada com a língua a mexer (só falta tentar enfiar a cabeça, como um domador de leões), como me agarra os dedos dos pés e como me dá palmadinhas nos baços e nas pernas para ver de que material é feito.
E até falaria do maravilhoso cheiro a bebé mas não sei o que isso é. A ausência de olfacto fez-me perder isso (mas, ei, mudo fraldas malcheirosas sem me queixar. Com algumas excepções para as muito, muito, muito mal-cheirosas).
Quase desato à gargalhada quando ela se ri durante o sono ou quando começa a palrar.
Adoro ouvi-la dizer "mamã". Mesmo se quando me quer chamar lhe saia mais facilmente um "Hum!".
Gosto muito de a levar a passear no carrinho. E de ir no carro com ela e de a fazer ouvir Queen, Bruno Mars, Il Divo, e outras tantas, dizendo-lhe quais as que gosto mais, quais as músicas com história, quais as músicas que marcaram momentos da minha vida. Gosto de cantar para ela e foi espectacular perceber que havia 3 músicas que a faziam parar de chorar.
Gosto de a levantar bem alto para a fazer tocar nas folhas das árvores. Gosto quando tenta agarrar a fruta no supermercado. Gosto quando, prestes a fazer uma asneira (ou depois de a fazer....) me diz toda contente "Na-na-na-na-na".
Gosto de lhe passar o dedo no rosto, estudar cada preguinha, beijar cada dedo. A pele dos bebés é tão suave. E encher aquelas bochechas gordas de beijos, mesmo que ela odeie.
Eu queixo-me, sinto-me cansada, mas tenho de admitir que é muito bom tê-la na minha vida. :)

15.11.16

E quando...

....alguém com quem já não falas há anos, com quem trocaste pouco mais que uns cumprimentos e umas conversas curtas de circunstância, te manda uma mensagem pedindo a tua morada dizendo que quer ir visitar-te a tua casa e estar um bocado contigo? Bom, convida-se essa pessoa para um almoço, com dia e hora marcados. Mas com a sensação que isto foi praticamente um "auto-convite", certo?

Desabafo

Um dia conversava com uma prima do Jack sobre como a vida com filhos pode ser cansativa, com as birras, com a preocupação do orçamento familiar, com o choro, com a falta de uma boa noite de sono, e a certa altura ela respondeu-me "Sim, mas quando olhamos para eles, esquecemo-nos de tudo, não é?". Não, não é. Eu gostaria de ser assim, de ser aquele tipo de mãe que olha para a Mini-Tété a chorar baba e ranho porque eu não lhe passo o meu telemóvel para as mãos, ou que olha para o prato de sopa virado no chão num movimento brusco da miúda, ou que olha para ela a cuspir a sopa e a rir-se à gargalhada, ou que olha para ela a desafiar fazendo algo que sabe que não deve, ou que olha para ela e percebe que tem de comprar mais roupa e  mais uma série de coisas, e que esquece tudo porque ela é a minha filha e isso é que importa. Mas não sou. Eu sou o tipo de mãe que tem de contar até 10 para acalmar a vontade de lhe mandar um berro, e que volta a contar novamente até 10 porque os primeiros 10 não resultaram, eu sou o tipo de mãe que pensa "Irra, agora compreendo porque é que há mães que abanam os miúdos até eles se calarem!" sabendo bem que não o posso fazer porque é um risco para a saúde dela (mas irra que me chegavam a doer os ouvidos com o choro dela), eu sou o tipo de mãe que faz contas e mais contas para esticar o dinheiro e que quando olha para ela engole ainda mais em seco com medo que algo de essencial lhe falte, eu sou o tipo de mãe que revira os olhos vezes e vezes sem conta enquanto suspira porque nunca teve paciência para birras por capricho. E há dias ou momentos em que só queria encontrar alguém como eu. Alguém que admita que por muito amor que se tenha por um filho, há finais de dias em que já nem os podemos ver à frente. Em que tanto há dias em que olhamos para eles e sentimos uma paz imensa como há dias em que, muito pelo contrário, pomos tudo em causa, as nossas preocupações aumentam, os nossos limites são testados. Não acredito em mães perfeitas mas acredito que há mães de todos os tipos, sem que isso signifique são melhores ou piores. E há dias ou momentos em que eu queria encontrar uma mãe que em vez de me dizer "Olhas para ela e tudo se esquece, não é?", "Olhas para ela e tudo vale a pena" ou "Ora, os bebés são mesmo assim, já sabias disso" me dissesse "Sim, também eu passo por dias em que me apetece mandá-los para a lua".

E agora vou dar um beijo à minha filha adormecida porque mesmo com dias em que tenho vontade de a mandar para a lua não deixa de ser o melhor do meu mundo.

14.11.16

Uma paranóia e nada mais

Sou da opinião que cada mãe/pai deve ter a sua paranóia em relação aos filhos. Acho até saudável admitir-se que se é paranóico com a alimentação, ou com a qualidade das roupas, ou com o sono, ou com o desenvolvimento, desde que se assuma também que não pode haver mais paranóia nenhuma, sob risco de nos tornarmos naquele tipo de pais que nem vive os filhos tal é a ansiedade que tudo na existência deles lhes provoca. Durante a gravidez assumi a minha paranóia: a segurança automóvel. Sou o tipo de pessoa que nunca gostou de andar de carro sem conhecer bem o condutor (e a sua condução), que não gosta de excessos de velocidade e que acha que cada vez mais as pessoas conduzem pior. Odeio a ideia de ir sossegadinha na minha vida e ter um acidente grave porque alguém bebeu álcool e pegou no carro, porque alguém se lembrou de fazer uma ultrapassagem idiota, porque alguém achou que não valia a pena fazer um stop ou ceder-me a passagem, porque alguém achou que responder àquele sms sobre o vinho para o jantar era uma questão de vida ou de morte. O pior é que pode ser, para mim, que vou ali sossegada e posso morrer à conta de uma outra pessoa que não sabe conduzir em segurança. Podem portanto imaginar que ter uma filha não diminuiu em nada estes meus receios. Por isso desde cedo que assumi que a minha paranóia enquanto mãe seria a segurança automóvel, o que não implica comprar a melhor e a mais cara cadeira-auto do mercado para ela mas assegurar que ainda assim faço uma boa compra e que cumpro com os cuidados necessários para que nada lhe aconteça caso haja um acidente. De nada me vale comprar uma óptima cadeira se depois não prender bem os cintos (ou não prender de todo, como uma vez alguém me sugeriu visto a Mini-Tété estar confortavelmente embrulhada numa mantinha), ou se for com a Mini-Tété ao colo, ou se me distrair a olhar para ela. É a minha paranóia. Claro que depois me preocupo com o que ela veste, com o que ela come, com o sono dela. Tenho até de admitir que por exemplo na alimentação ando muitas vezes ali a pisar o risco da paranóia, um pouco por culpa da Mini-Tété que tem feito reacção a uma série de alimentos, mas obrigo-me a respirar fundo e a pensar "Tens direito a apenas uma paranóia por isso leva esta questão da alimentação de forma mais descontraída!" e acho que isso ajuda muito a sermos o tipo de pais relaxados com muita coisa que somos. 

Cinema!


Este fim-de-semana fomos ver o "Snowden" ao cinema. Apanhámos um frio de rachar e uma chuva miudinha enquanto esperávamos para passar pelo controlo de segurança, o que me fez chegar à sala de cinema de trombas e gelada até aos ossos. Tenho de admitir que o filme não era bem aquilo que eu esperava mas não deixa de ser um filme muito bom e que nos deixa a pensar. Gosto destes filmes que me fazem depois vir a conversar com o Jack sobre eles, a trocar pontos de vista e a pedir opiniões sobre temas. Sei que em Portugal ele já estreou há algumas semanas mas caso ainda o possam ver, fica a minha recomendação.

12.11.16

Dicas 6# - Lista de coisas a comprar para um bebé (1)

Quando estava grávida pesquisei e pesquisei e pesquisei e fiz a minha própria lista de coisas a comprar, pois as listas que encontramos são enormes e parece que temos de assaltar um banco para conseguir pagar tudo e ter tudo pronto para a chegada de um bebé. Na minha opinião, há coisas nas listas que são verdadeiramente supérfluas (e de facto, nunca precisei de algumas coisas e ainda bem que não investi dinheiro) e outras que são até podem vir a ser necessárias mas que mais vale esperar pelo nascimento para avaliar a situação e perceber até que ponto é realmente preciso. Deixo aqui algumas dicas que podem vir a ser úteis a quem está a passar por esta fase.

Fraldas: é tentador fazer stock de fraldas mas há que não esquecer que há números que pouco são usados e que há também o risco de o bebé fazer alergia à marca de fraldas da qual se fez stock. No nosso caso, com a Mini-Tété a pesar 3.6 Kg, nem sequer comprei fraldas de recém-nascido e comprei logo tamanho 1. Deste tamanho ainda usei alguns pacotes, do tamanho 2 pouco usei e passei rapidamente para 3 (mesmo que o peso na altura da Mini-Tété tanto desse para o tamanho 2 como para o tamanho 3, percebeu-se rapidamente que com o tamanho 2 havia mais fugas). 
E de facto, pelo que leio o tamanho 3 é realmente o tamanho usado mais tempo, por isso, caso queiram fazer stock façam deste tamanho. Nós tínhamos decidido usar as Pampers (Dodot em Portugal) até aos 3 meses e nessa altura passar para uma marca branca, mas se estivermos atentos veremos que as fraldas estão muitas vezes em promoção e por isso vou ainda comprando pacotes com desconto de 50% do tamanho a uso e de tamanhos maiores.

Toalhitas: No primeiro ano da Mini-Tété usei basicamente os pacotes que tinha comprado antes (dois ou três) e um outro que comprei entretanto e que ainda está a uso,visto que só as usamos quando saímos. Os componentes das toalhitas ajudam ao aparecimento dos rabinhos assados e por isso mais vale usar compressas ou quadrados de algodão embebidos em água morna para limpar o rabinho dos bebés. Falo disso aqui. Também não temos o hábito de as usar para limpar as mãos e a cara da Mini-Tété pelo que o gasto realmente não é grande.

Produtos para bebé: Aos 7 meses da Mini-Tété tivemos finalmente de voltar a comprar o gel de duche. Não me arrependo nada de ter optado pela compra de um kit de viagem, com receio que houvesse alergias (ler aqui). A marca que temos é a Mustela.

Soro fisiológico: se alguém me tivesse avisado sobre as quantidades de unidoses de soro que eu ia gastar, eu teria feito stock. Nos primeiros tempos usa-se para limpar os olhos, os ouvidos, e usei (e uso ainda) imenso para limpar o nariz.

Banheira e muda-fraldas: o melhor é sem dúvida ter uma banheira elevada de forma a não dar cabo das costas. Aqueles muda-fraldas com banheira incorporada têm geralmente banheiras pequenas e que rapidamente deixam de servir, além de que é necessário após tirar o bebé do banho montar o sistema muda-fraldas para o vestir (o que para quem é desajeitado pode não ser um grande método). Para além disso, quando deixarem de haver fraldas para mudar, fica-se ali com um mono a ocupar espaço e a servir para pouco. Há também quem coloque a banheira em cima da cama, mas acho que é um risco para as costas e só consigo imaginar os lençóis encharcados em água. 
Pessoalmente, aconselho assim o uso de uma banheira com suporte (pés), com um tubinho de evacuação da água do banho para dentro do lavatório, para um poliban, enfim, para poupar as nossas costas ao esvaziar a banheira. 
Para o muda-fraldas, optámos por comprar uma estrutura de madeira no IKEA, com prateiras e onde se colocou um colchão por cima. No futuro, servirá para guardar brinquedos, livros, seja o que for, no quarto da Mini-Tété ou até de móvel de casa-de-banho. E só o fizemos porque não temos nenhuma cómoda que pudesse servir para o mesmo efeito. Há que ter consciência que são coisas que vão ser usadas durante um tempo limitado e que depois ou se dá um uso diferente ou ficarão apenas a ocupar espaço.

Aspirador nasal, termómetros, corta-unhas, tesoura, escova e pente: A Mini-Tété tem um ano e acho que usámos o aspirador nasal uma ou duas vezes e nunca quando era recém-nascida. Há o perigo de magoar um bebé tão pequenino e por isso sempre limpámos o nariz com soro. Comprámos um termómetro digital e tem servido sem problemas. Não nos entendemos a cortar as unhas com a tesoura própria para bebés, por isso as unhas da Mini-Tété têm sido cortadas sempre com o corta-unhas próprio para bebés. A escova é daquelas de pêlo suave e não deixo de me rir quando me lembro de ler opiniões do género "Pente e escova? Para quê? Os bebés nascem carecas!". Pois, a Mini-Tété nasceu com uma bela cabeleira por isso a escova teve uso logo desde o 1° dia. Não comprámos um pente e não sentimos falta.

Biberões: Nós optámos por comprar um conjunto de 6 biberões, com 3 pares de tamanhos diferentes porque eu já sabia que se a amamentação não corresse bem logo desde o início, eu não insistiria. E se corresse os biberões poderiam servir mais tarde para dar água ou até leite caso algum dia fosse necessário. Claro que, como não amamentei, os usei a todos imensas vezes. Aconselho a comprar de um ou dois biberões mesmo para quem vai fazer de tudo para amamentar. Pode vir a ser necessário e já se tem em casa. Nós optámos pelos biberões Avent Natural.

Esterilizador de biberões/máquina tira-leite: Não sinto que seja daquelas coisas que se deva comprar com antecedência pois não sabem do que é que vão precisar. A minha dica é: pesquisem, escolham o modelo que querem, escrevam no sítio seguro e quando for preciso entreguem o papel ao marido e ele vai comprar. Foi assim que fiz com o esterilizador de biberões: quando percebi logo na maternidade que não ia amamentar, disse ao Jack qual era o esterilizador que queria que ele comprasse e ele tratou disso. Mesmo que tivesse percebido quando já estivesse em casa, podia sempre ter usado o velho método de ferver os biberões numa panela de água até o instrumento (muito jeitoso) chegar. Nós optámos por um esterilizador eléctrico porque os de microondas tinham para mim a desvantagem de se estar dependente de outro electrodoméstico, ou seja, se o microondas avariasse, ficávamos sem ele e sem poder usar o esterilizador. Também optámos pela marca Avent.


Agora ficamos por aqui. A lista continuará noutro post. :)