30.1.14

Não bastava matar as minhas próprias plantas, ainda vou a casa dos outros fazer o mesmo.

No primeiro dia em que a explicação de matemática corre como deveria correr e nunca tal tinha acontecido (ou seja, sem desenhos, sem gatafunhos, sem recusas, sem choros, sem lamurias, sem rebolares de olhos, sem "adolescentices"), deito um copo de água em cima de um teclado de computador, e com a atrapalhação em salvar o dito, deixo cair uma cadeira em cima de uma planta, matando-a ali mesmo (acho que não ficou um raminho inteiro para contar a história). Isto é aquela coisa do karma, e coisas boas e más equilibram-se, o yin-yang, e tal e coiso, não é? 

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