14.9.15

Mala feita!

E pronto, 36 semanas e a mala feita para ver se deixo de pensar nisso. Ufa, está feito, estava a ver que não. Não faço a mínima ideia se levo coisas a mais ou a menos, não sei se me estou a esquecer de algo importante ou a levar coisas que nunca na vida irei precisar, mas nem quero pensar muito mais nisso. Tantos anos com mulheres a dar à luz e antes nem havia malas para preparar, por isso não vale a pena complicar e ficar a preocupar-me com isso.
Agora chateia-me estar já com as malas prontas e...ter de esperar. Eu sou uma pessoa que gosta de tudo sempre muito organizado, planos à última da hora não são para mim e mexem-me com os nervos (embora ainda assim esteja bem melhor pois com o meu marido e a sua família ou me adaptava a isto ou tinha uma crise nervosa todos os dias) e isto de não saber se a Pequena Melancia nasce para a semana (esta semana ainda não que ainda seria prematura) ou só daqui a 6 semanas (no máximo!) troca-me as voltas. Não há razão nenhuma para achar que ela nascerá mais cedo do que o previsto e o meu sexto sentido (que, admitamos, não é grande coisa) diz-me que ela sairá à mãezinha dela e só se vai lembrar de vir conhecer o mundo cá fora às 42 semanas e sob ameaça. Mas pronto, sei que há casos em que as coisas de repente aceleram e "plim" temos um bebé cá fora. Uma prima do Jack teve em Agosto uma consulta em que lhe disseram que o parto não estava para breve e dois dias depois a criança estava cá fora. E depois tanto oiço dizer que "por ser o primeiro filho, o mais certo é não nascer antes do previsto", como oiço que "às 38 semanas já está cá fora". Enfim, não me resta mais nada senão esperar e convencer a Pequena Melancia que:
- nada a obriga a esperar pelo último dia, última hora, último minuto para vir conhecer este mundo estranho cá fora. Se estiver preparada para isso antes, que venha que eu cá a recebo.
- querendo vir então para os meus braços mais cedo, que dê o jeitinho de evitar o meu dia de anos.
- se não for pedir muito, também pode evitar os dias antes só para eu não passar o meu aniversário numa cama de hospital (oh, que coisa deprimente).
- que não seja casmurra e que me ajude na altura do parto para eu não ter de fazer o trabalho todo sozinha, sob risco de a pôr de castigo até aos 14 anos.
- que até lá vá dando sinais de vida todos os dias, mas que isso não implica pontapear-me as costelas com toda a força ou tentar dar-me cabo do diafragma com os pés (caramba, que às vezes nem consigo respirar fundo).

Está quase! :)

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