26.1.19

Adeuzinho (atrasado), 2018!

Eu sei que vocês já estão todos em 2019, que 2018 já lá vai, que já mal se lembram dele, que até parece que já se passaram meses, mas com a mudança de casa não tive hipótese de fechar aqui o meu 2018 e escrever os meus objectivos para 2019, que é coisa que eu gosto sempre de fazer e que me anda aqui entalada desde dia 1 de Janeiro. Ora portanto, vamos lá rever o ano de 2018:

Pessoalmente, achei que foi o ano mais rápido de sempre. Não digo que uma vez por outra não tenha já tido esta sensação mas acho que nunca como este ano. O tempo passou tão depressa que dei por mim em Junho a pensar "Ai, tenho de tratar de coisas para o baptizado da Mini-Tété". Que tinha já ocorrido no mês anterior. Em Maio, portanto. E foi aí que percebi que metade do ano já lá ia, que tinha passado tudo tão correr que eu não tinha conseguido absorver nada do que estava a acontecer. Achei que a segunda metade do ano ia ser mais lenta até que dei por mim em Novembro sem saber muito bem como é que tinha chegado ali. Puf, fugiu-me assim um ano inteiro entre os dedos e eu não sei bem como.
Foi também um ano importante: o meu último ano como mãe-a-tempo-inteiro-com-a-criança-em-casa-a-tempo-inteiro; foi o ano em que baptizei a Mini-Tété no mesmo mosteiro onde eu fui baptizada e onde casei, uma cerimónia simples seguida de um almoço simples para a família mais próxima, tal como eu queria; foi o ano em que a Mini-Tété entrou na escola, com uma adaptação complicada que levou a uma redução de horário escolar e que este ano pretendo aos poucos que volte ao normal; foi um ano de mudança laboral para o Jack; foi um ano de 2154852 atrasos na nossa casa e a minha pequenina fez 3 anos.

Quanto à lista dos meus desejos para 2108 (podem lê-la aqui), vamos lá ver como me saí.

1. Mudar de Casa 
Ahahahahahah. Pois, já cá estamos mas a mudança foi mesmo em 2019.

2. Baptizar a Mini-Tété
Feitinho e bem feitinho, sim senhor. Foi um dia muito agradável, a pequenita odiou terem-lhe molhado a cabeça e ainda fala disso quando olha para o mosteiro, e mais uma vez foi óptimo ter a família reunida.

3. Mini-Tété vai entrar na escola.
Entrou de facto, não houve problemas a esse nível. 

4. Que ela goste da escola.
Nhé. Quer dizer, agora já posso dizer que gosta, mas ao início não gostou. Odiou mesmo. Não ajudou nada ter começado com o horário completo em vez de reduzido como eu queria, mas teve sorte com a educadora que tem e acho mesmo que houve verdadeiro interesse em fazê-la gostar de lá estar.

5. Perder peso.
Não vamos falar disto. Uma pessoa tem direito a estar em negação.

6. Destralhar.
Bom, não destralhei taaaaanto quanto queria, até porque como empacotámos tudo em poucos dias, não houve propriamente tempo para analisar calmamente os pertences, mas agora que vou tirando das caixas e arrumando algumas coisas, continuo a destralhar. Mas vá, o processo começou em 2018 por isso acho que se pode dizer que consegui.

7. Arranjar emprego.
A Mini-Tété lixou-me este plano ao ter reduzido o horário escolar para uma melhor adaptação. Admito que me custou adiar mais uma vez esta procura mas também sei que saber que estava disponível nesta fase da minha filha compensa tudo o resto.

8. Fazer mais saídas a dois.
Bahhhh, teria sido giro se não houvesse a construção de uma casa a roubar todos os bocadinhos de tempos livres.

9. Que tenhamos todos saúde.
Ora foi um bom ano, sim senhora. Os velhinhos da família andam a portar-se bem e a Mini-Tété surpreendeu-me. Depois de praticamente 3 anos a viver comigo, estava convencidíssima que ao chegar à escola seria uma verdadeira esponja de todas as doenças que por ali circulassem. Afinal, fora as viroses que sempre foi tendo desde que nasceu (muito à base de nariz entupidos e tosse que passam com o tempo), ainda não trouxe nada de novo. Nem otites, nem amigdalites, nem gastroenterites, nem bronquiolites, niente (deixem-me cá bater na madeira). Teve ali em Abril uma infecção urinária que a levou a ficar internada e a tomar antibiótico pela primeira vez mas foi tranquilo e resolveu-se.

10. Aproveitar bem este último ano em casa.
Quis aproveitar ao máximo o último ano da Mini-Tété em casa e acho que consegui. Continuo a achar que não nasci para ser mãe a tempo inteiro mas também sei que se era esse o meu papel, então tinha de fazer o melhor que podia e aproveitar o melhor que podia, também porque o tempo não volta atrás e a Mini-Tété não volta a ter esta idade.

11. Aprender a fazer novos pratos.
Nhé. Ou pelo menos não tanto como gostaria.

12. Focar-me.
Não. De todo. Continuo a sentir-me perdida. Talvez porque precise de ordem para me focar e ainda há uma série de coisas à minha volta que não estão como deviam.

Cinco concretizados contra sete não concretizados. Ainda assim, sinto que foi um bom ano, talvez porque algumas das coisas que concretizei fossem mais importantes do que outras não concretizadas. E talvez porque, mesmo tendo havido chatices e tristezas ao longo do ano, ele acabou bem, com alguns dos problemas resolvidos e isso faz com que sinta alguma paz em relação a este ano tão apressado. 

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