29.7.15

Cinema

Quando estivemos em Portugal (em Maio) tentámos fazer aquilo que tentamos sempre: aproveitar o facto de ser mais barato e ir ao cinema o maior número de vezes que pudéssemos. Infelizmente o tempo não dá para tudo e desta vez não fomos assim tantas vezes como gostaríamos. Um dos filmes que fomos ver foi escolhido por mim e acho que, meses depois,  o Jack ainda me está a lançar pragas à conta desta decisão. O filme chama-se "Força Maior" e ao ler a sinopse, ficámos os dois com a sensação que o filme falaria sobre uma avalanche que apanharia toda uma família, menos o pai que teria conseguido fugir deixando a mulher e os filhos para trás. E que este depois, arrependido e sem saber da família, iria concentrar todos os seus esforços em encontrá-la. Errado. Muito errado. Basicamente, o filme fala-nos de uma família a fazer as suas "férias na neve", e durante um almoço há efectivamente uma avalanche. E o pai, efectivamente, preocupa-se mais em fugir do que em ajudar a mulher e os filhos a saírem da esplanada onde todos se encontravam. Mas a avalanche não os atinge e o pai volta à mesa, como se nada se tivesse passado. E todo o resto do file é a propósito do facto da mulher ter ficado extremamente magoada com a fuga do marido e tudo roda à volta daquela crise conjugal, com muitas cenas de silêncio pelo meio (acho que nunca vi uma casa-de-banho ser tão filmada: é vê-los a lavarem os dentes, é vê-los a usarem a sanita, etc, etc) e um final absolutamente idiota. 

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