15.12.17

Acreditar no Pai Natal?


Faltam dez dias para o Natal, yeaaah!

Adoro o Natal, guardo as melhores memórias dos meus Natais de infância, ainda hoje gosto imenso do Natal pelo convívio que há na minha família, e mesmo depois de ter começado a alternar esta época entre a minha família e a família do Jack (que vive obviamente o Natal de forma diferente da minha), não perdi nada o encanto que tenho por estes dias de Dezembro.

Nunca acreditei verdadeiramente no Pai Natal pois a minha família não montou nenhuma história ou teatro à volta da personagem. Falavam dele, havia a lista para o Pai Natal, os meus pais tinham o cuidado de, ao chegarmos a casa dos meus avós, não tirarem logo as prendas da mala do carro para que não víssemos que eram eles que as traziam, mas mal nos apanhavam distraídos iam-nas colocando debaixo do pinheiro, onde ficavam até ser altura de as abrir. Para além do mais era-nos dito que esta prenda era dos tios, esta prenda é dos avós, e como tal, o Pai Natal tinha um papel muito pouco importante no Natal.

Este ano, com a Mini-Tété a ter mais noção do Natal, das prendas, da família reunida, quisemos decidir se haverá Pai Natal na vida da nossa filha. Eu acho que não há razão para ignorar esta figura, faz parte da nossa infância, ajuda a haver ainda mais magia, mas não tenho qualquer vontade de embarcar em teatros, pessoas mascaradas de Pai Natal, ameaças de que o Pai Natal não trará prendas se ela não se portar bem e afins. Além do mais, há a questão de tanto na minha família como na família do Jack haver a distribuição de presentes indicando bem quem ofereceu a prenda a quem, pelo que não queríamos agora estar a pedir para se alterar as rotinas e tradições, fingindo ser o Pai Natal que entrega as prendas. 

Assim, decidimos que a existência do Pai Natal será criada apenas na nossa própria casa, na rotina de nós os 3, com o velhinho senhor a deixar à Mini-Tété uma pequena lembrança para ela abrir quando acordar no dia 25. Espero que ela goste desta ideia, que lhe ache piada e que dure até ela acreditar.

Sem comentários:

Publicar um comentário

Digam-me coisas. :)